Preços de imóveis na Zona Sul começam a cair – Veja Rio

Fonte: http://vejario.abril.com.br/materia/cidade/mercado-imobiliario-imoveis-precos-venda-aluguel


"Por cinco anos, o empresário Marcelo Ricardo Roza, de 36 anos, acalentou o sonho da casa própria. Pagou religiosamente, mês a mês, as prestações de um consórcio imobiliário com o objetivo de reunir recursos para comprar um bom apartamento de dois quartos em Ipanema, no Jardim Botânico ou em uma rua tranquila de Copacabana. Quando conseguiu juntar as economias para dar um lance robusto e resgatar um crédito no valor de cerca de 1,2 milhão de reais, ele tomou, entretanto, uma decisão paradoxal: resolveu deixar o dinheiro aplicado no banco e adiar os planos. “Os valores estão fora de controle. Resolvi esperar o setor se acalmar e ver o que vai acontecer antes de fechar qualquer negócio”, conta. O caso de Marcelo é um retrato fiel das incertezas que rondam o mercado imobiliário carioca, um segmento que nos últimos quatro anos experimentou uma explosão nas vendas, com preços estratosféricos e escassez de opções. Hoje, o que não faltam são indicadores de que a euforia do passado deu lugar à desconfiança sobre o que é especulação e o que é real ao se estipular valor às propriedades. Na dúvida, os potenciais compradores estão preferindo esperar. “O consumidor está mais cauteloso, enquanto o mercado ainda busca um ponto de equilíbrio. Em vários bairros do Rio já ocorrem ajustes e em outros há até queda de preços”, observa o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice Fipe Zap, que calcula o valor médio do metro quadrado em vinte cidades brasileiras com base em pesquisas em anúncios imobiliários.

O empresário Roza, ao decidir continuar morando em um imóvel da família até que a situação se estabilize, não está sozinho em seu raciocínio. A escalada vertiginosa de preços que havia dominado os bairros nobres da cidade perdeu muito do ímpeto de três, quatro anos atrás. Exemplos como os de apartamentos que tinham seu valor multiplicado por até quatro vezes, como ocorreu em propriedades da região de Ipanema, não condizem mais com a realidade do mercado. Também são parte do passado as transações em que as cifras envolvidas eram fixadas com base unicamente na vontade dos proprietários e locatários. Um levantamento feito pelo Sindicato da Habitação (Secovi Rio) em nove bairros da Zona Sul demonstra com números que a farra dos preços arbitrários e valorizações excessivas chegou ao fim. Enquanto de agosto de 2010 a agosto de 2011 o valor do metro quadrado de um três-quartos no Leblon aumentou 34%, o do mesmo padrão de apartamento subiu em torno de 7% entre agosto de 2013 e agosto de 2014. Na locação de imóveis, a freada nos reajustes foi ainda mais acentuada. Nesse bairro, os apartamentos de três quartos, que tiveram o aluguel aumentado em 12,4% entre 2010 e 2011, apresentaram redução de 2% no valor da locação em 2013 e 2014 (veja a tabela na pág. 30). “O mercado está travado. A tendência é que ele siga uma valorização pautada pelo índice de inflação, ou seja, volte à normalidade”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio. Professor de finanças da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Samy Dana é mais radical: “Os imóveis no Rio alcançaram valores insustentáveis. Até 2016 a queda pode chegar a 30%”.


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A profusão de placas de “vende-se” e “aluga-se” na fachada de prédios em endereços nobres é o sintoma mais visível das mudanças no mercado. Até bem pouco tempo atrás, eram comuns as filas de espera de compradores e inquilinos nesses locais. Hoje, já há mais imóveis do que interessados, fato atestado por dados do site de locação e venda Zap Imóveis. Levantamento realizado por VEJA RIO nos últimos quatro meses mostra que a oferta de venda cresceu em nove de onze bairros da Zona Sul. Só na Gávea e na Urca, bairros marcados pela pouca disponibilidade de imóveis nessa situação, o acréscimo foi de 35% e 23%, respectivamente. O setor de locação passa por um momento semelhante. Em toda a capital, no mesmo período, o número de endereços à espera de inquilinos subiu 18%. O Índice Fipe Zap confirma o marasmo que atinge o setor: depois de meses de estabilização, o aluguel de apartamentos em todo o Rio caiu 0,5% em setembro. A migração de locatários da Zona Sul para as zonas Norte e Oeste e a redução da procura de apartamentos para executivos estrangeiros, sobretudo da área petrolífera, contribuí­ram para a mudança. Vários imóveis que estavam à venda e não encontraram compradores também foram desovados nesse mercado. “O Rio tinha em média 2 000 unidades para alugar. O número dobrou”, afirma Edison Parente Neto, vice-presidente da Imobiliária Renascença, líder em locação na cidade.

A palavra de ordem agora é negociar, tanto na compra e venda quanto no aluguel. O mercado vem registrando descontos entre 10% e 20% com relação aos valores anunciados. É uma nova realidade que a representante comercial Maria do Carmo Feitosa, de 70 anos, sente na pele. Há oito meses, ela tenta alugar um apartamento de dois quartos mobiliados, em Ipanema. Anunciou por 5 000 reais, mas diante da falta de propostas está disposta a baixar para 4 500 reais ou, quem sabe, até menos. “Antes o apartamento não ficava uma semana vazio. Quando estava para ser liberado, já havia interessados”, lembra. Na outra ponta dessa queda de braço, há quem se beneficie da grande oferta. Depois de uma temporada morando fora do país, o estudante de arquitetura Rodolfo Florentino, de 23 anos, decidiu que era hora de deixar a casa dos pais. Com mais dois amigos, passou a procurar um imóvel com três dormitórios em Copacabana. O preço dos aluguéis variava de 5 000 a 6 000 reais. Acabou encontrando um proprietário que pedia 4 500 reais e ainda conseguiu um desconto de 350 reais. “Hoje está mais fácil negociar. O proprietário que não ceder correrá o risco de ficar com o imóvel encalhado”, comenta.
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Uma conjunção de fatores impulsionou a pujança sem precedentes vivida pelo mercado imobiliário brasileiro, em especial o do Rio. A estabilidade da moeda e a melhora na renda da população levaram muita gente a ter pela primeira vez chances reais de comprar a casa própria. Somados à demanda reprimida, os prazos de financiamento mais elásticos e os juros mais baixos fizeram explodir as vendas. A reboque, ocorreu uma valorização exorbitante das propriedades. Como se não bastassem esses ingredientes, a efervescência imobiliária no Rio foi potencializada pela realização da Copa neste ano e da Olimpíada em 2016 — o que desencadeou uma série de investimentos em segurança, infraestrutura e mobilidade urbana. “Foi um período muito atípico. Dificilmente veremos de novo uma combinação tão favorável”, avalia Lucy Dobbin, diretora operacional da Júlio Bogoricin. O que se percebe agora é que, além da acomodação real dos preços, a renda dos brasileiros já não avança no mesmo ritmo de antes e os juros do setor, que chegaram a 7% ao ano, já estão na faixa dos 10%. A perspectiva pouco animadora da economia do país acrescenta um componente extra às incertezas.
Embora o frenesi imobiliário vivido nos últimos anos não espelhe mais a realidade, o Rio ainda ostenta os preços mais altos do país. Só para se ter uma ideia, o valor do metro quadrado de um imóvel de três quartos em Ipanema se mantém na faixa dos 20 000 reais. O de um quatro-quartos no Leblon gira em torno de 25 000 reais. Muitos investidores de ocasião, é inegável, tiraram proveito desse superaquecimento do mercado. Mas o oba-oba acabou, garantem os analistas. O mercado não comporta mais gente especulando e lucrando com isso. Para quem sonha ter um ganho-relâmpago de capital, o melhor é escolher outro investimento. “O cenário mudou. Antes você punha um anúncio e recebia nove, dez ligações. Hoje não passam de duas”, diz Roland Jardim, da RJardim Imóveis. O prazo médio de venda aumentou significativamente. Enquanto algumas unidades eram negociadas quase de imediato, a demora atual é de mais de um ano. O analista de tecnologia da informação (TI) Cláudio Menezes da Silva, de 51 anos, sabe muito bem o que é isso. Desde novembro passado, tenta vender um três-quartos no Leme. Começou pedindo 1,45 milhão de reais e já reduziu 100 000 reais no valor. Sua intenção é adquirir dois imóveis menores, um para investir e o outro para a mãe, em Botafogo. “O meu alento é que, se o preço do meu apartamento está caindo, o valor dos que pretendo comprar deve seguir o mesmo caminho”, pondera. Uma realidade impensável pouco tempo atrás"

Já pensou em falar mal do antigo condomínio??

Renato... leitor assíduo do blog pediu pra eu abrir esse espaço para ele, como achei a ideia legal... lá vai:


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Brasileiro rico se diverte muito. São tantas distrações… você acabou de alugar ou comprar um imóvel e já se encanta com o salto da vizinha hiperativa do apartamento de cima, logo depois vem o som grave do home theater do vizinho do lado e em seu momento de descanso, descobre que a vizinha de baixo vai para a praia e deixa seu lindo cachorrinho latindo o fim de semana inteiro.


Nada disso poderia te deixar mais feliz que o seu quarto, que está sempre fresquinho no verão, certo? A cozinha é grande, o banheiro é bonito, o isolamento acústico é um sonho de consumo e, pelo valor que você paga de condomínio, a área de lazer tem quadra poliesportiva, brinquedos para a criançada e uma piscina quentinha e funcionando, certo?


Não? Então pode ter chegado a hora de mudar. Mas como saber se você não vai ter os mesmos problemas e desvantagens no próximo imóvel que você vai alugar ou comprar?


Recentemente lançado, o site jamorei.com chegou para valorizar o seu dinheiro - de verdade! Usando os serviços de cadastro e pesquisa de imóveis do Já Morei será possível fazer negociações mais seguras, justas e transparentes, pois você pode contar com avaliacões de imóveis feitas por ex-moradores.


Acesse o site, avalie todos os imóveis em que você já morou e ajude outras pessoas a encontrarem o lar ideal. Hoje você ajuda outras pessoas, amanhã as avaliações de outras pessoas podem te ajudar também.


Agora você já sabe, antes de alugar sua próxima mansão, pesquise no site se algum outro milionário já viveu lá e quais suas opiniões a respeito do bairro, do condomínio e do imóvel. Quem sabe nessa você fecha um super negócio e ainda sobra um troco para comprar um jatinho?


Já Morei.com - Avaliações de quem já morou, segurança e economia para quem quer morar.

O abusivo preço das taxas de conveniência no Brasil



E aí, amiguinho brazuquinha?

Tudo certo? Voltei hoje pra falar sobre um tema que foi discutido aqui há pouco tempo.

LAZER E CULTURA!

Há alguns dias, comparei os valores dos ingressos da Tomorrowland Brasil com as outras edições. Hoje, falarei de outro tema bem parecido:

As taxas de conveniência na compra de ingressos.

Sempre que um artista internacional vem para o Brasil é a mesma coisa. Primeiro uma grande comoção, depois decepção com os altos valores e, por fim, uma corrida para conseguir comprar.

Mas, a taxa de conveniência é sempre esquecida e só pensada na última hora, a de pagar. Podemos pagar mais caro, afinal somos todos brazuquinhas milionários, né?

Vamos a um exemplo?

A banda Foo Fighters virá para o Brasil em breve e os ingressos foram vendidos pela Ticket For Fun na internet. Vamos colocar aqui que compraríamos o ingresso de R$ 600. Escolhi o mais caro de todos porque estamos ricos e não fará falta em nosso orçamento, certo?

Para evitar filas, transtornos etc. você decide comprar o ingresso pela internet. Afinal, é muito mais fácil e exige uma menor estrutura da operadora. Poderia ser até mais barato. #SQN

Você ainda precisa pagar uma pequena taxa de conveniência de 20%. Ou seja, R$120 para poder comprar seu ingresso de casa.

E não é só isso. Você ainda tem que pagar R$8 de taxa de impressão.

PAGAR PARA IMPRIMIR NA SUA CASA, COM SUA IMPRESSORA, GASTANDO A SUA TINTA!

E se você acha que é besteira escrever sobre esse tipo de problema. Vamos falar de uma forma de lazer muito mais simples: CINEMA.

Vamos supor que você tem um mini milionário, filho, e deseja ir com ele e sua mulher endinheirada ao cinema. Para evitar filas, você compra o ingresso antecipadamente pela internet.

São R$19,50 o ingresso inteiro e R$9,75 para a criança. Serão R$48,75 para um passeio em família. Nada mal.

Mas, aí, entram as taxas de conveniência. Cada ingresso, independentemente do valor, tem uma taxa de serviço de R$3,61. Isso equivale a 18,5% do ingresso inteiro e 37% da meia-entrada.

Além dos R$48,75 dos ingresso, você ainda precisa pagar R$10,83 de serviço. O equivalente a 22% do preço total dos ingressos.

Com esses preços e taxas fica bem difícil ter acesso à lazer e cultura!

Só isso já era suficiente para nossa indignação... MAS...

resolvi ir para a gringolândia, e ... percebi que a Ticketmaster, uma das maiores empresas de venda de tickets online... com filiais em diversos paíes... cobra na maioria dos casos NADA pela taxa de venda de ingresso. Isso mesmo!! Na maioria das modalidades ela libera um e-ticket sem taxa nenhuma!!!!!!!!!



Gringos sem classe! Não pagam nada pelas taxas de serviço, não sabem o que é chiqueza!!!


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte:




Mercado de imóveis do Rio pisa no freio e registra descontos entre 10% e 20% - O GLOBO


 Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/imoveis/mercado-de-imoveis-do-rio-pisa-no-freio-registra-descontos-entre-10-20-14239488

"RIO — Um ano de muitos eventos, preços atingindo o teto e crescimento da oferta de imóveis no mercado do Rio estão levando imobiliárias e construtoras a estarem mais abertas para negociar. E isso pode significar descontos entre 10% e 20% no preço final da compra, seja de novos ou usados. Para Rogério Quintanilha, gerente-geral de vendas da Apsa, o setor no Rio de Janeiro não se beneficiou tanto quanto esperava com a realização dos eventos esportivos, nem com a indústria de extração de óleo e gás.
— O consumidor está aumentando o tempo de análise de compra. As Olimpíadas continuam movimentado a cidade em termos de renda, mas quem compra imóvel começa a ter uma visão de médio e longo prazos. Há uma percepção de aumento do desemprego, então, o endividamento extenso faz com que pessoas pensem mais. O processo eleitoral também afeta. Alguns esperam o resultado para decidir sobre a compra. O mercado veio com expectativa muito grande de aumento e estes valores ficaram muito acima da realidade. Agora, as negociações levam a redução de preços entre 10% e 20%.
Na linha de que a questão do preço varia conforme a oferta e procura, o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do
Mercado Imobiliário (Ademi), João Paulo Matos, explica, entretanto, que, mesmo com negociações mais flexíveis, pode haver regiões mais supervalorizadas ou superofertadas. Em seu ponto de vista, 2014 tem sido um ano atípico, por conta dos vários eventos que a capital recebe, o que resulta em um desaquecimento.
— O mercado veio crescendo muito forte nos anos anteriores e, agora, se deparou com vários eventos atípicos: carnaval em março, feriados em abril, Copa do Mundo e eleições. Tudo isso fez com que o mercado ficasse mais devagar. Claro, afeta o setor e pode levar as construtoras a darem descontos. Mas o setor vai voltar ao ritmo após as eleições — aposta Matos.
Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio) e presidente da Apsa, concorda: diz que desaquecimento não significa queda de preços direta generalizada, mas, sim, uma possibilidade maior de negociação, que pode resultar nestes descontos:
— Chegamos a um patamar de preço máximo. Nos últimos 12 meses, percebe-se a acomodação. Os preços não caíram, mas há uma maior flexibilidade. Como tem mais ofertas que demanda no mercado, as
pessoas estão analisando mais. As construtoras passaram a ter mais estoque e a fazer mais promoções com imóveis na planta. É a lei de oferta e demanda que regula o mercado.

A acomodação já vem sendo observada nos últimos resultados do Índice FipeZap, que calcula o valor médio do metro quadrado anunciado de 16 cidades brasileiras. Segundo economista da Fipe, Bruno Oliva, as variações mensais do último FipeZap de Rio e São Paulo, ambos de 0,4%, apresentam uma tendência de acomodação no país, que deve continuar. Oliva ressalta, entretanto, que os preços não vão cair de uma hora para outra:
— É um esfriamento natural, após o forte aquecimento que o mercado teve."

Você sabe quanto custa um Polo Hatch na Itália?



E aí meu amigo brazuquinha. Tudo certo com suas doletas?

Hoje, eu voltei com mais uma comparação indicada por leitores do nosso site que andam dando rolézinhos nas "oropa".

Olhem só a imagem que eles encontraram: o o Volkswagen Polo lá na Itália. E a adivinha o precinho do carango??? 



Isso mesmo!! Você não leu errado, o preço lá está 10.900 EUROS!! Convertendo para nossa moeda pau-brasil, são aproximadamente R$ 33.000 no novo Volkswagen Polo. Um precinho que dá até gosto de pagar, né?



E por aqui? Quanto custa o caranguinho??

O Polo Hatch, versão 2014, está sendo vendido aqui para nós, nobres milionários, por aproximadamente R$ 48 mil em sua versão mais simples.

45% A MAIS QUE O EUROPEU!! E ISSO NÃO É TUDO!!!

Se você, tio patinhas da cara pintada em verde amarelo, quiser comprar um carro deste por um valor parecido, terá que se contentar com os modelos mais antigos.

Esse modelo de 48 mil é MUITO INFERIOR ao europeu.

A versão brasileira é uma geração inferior a geração da européia... nossa versão está com a tecnologia de 2001... ou seja... estamos pagando + caro por uma tecnologia com mais de 10 anos... parabéns magnata!!!

Para comprar um carro mais velho no Brasil, nós precisamos desembolsar R$15 mil a mais do que uma versão mais recente na Itália.

Apesar da tecnologia inferior, conseguimos um modelo similar (não =) ao europeu aqui, olhem só:

A versão I-Motion do Volkswagen Polo, que é APENAS semelhante ao modelo europeu que está no outdoor italiano.

Esse veículo está saindo R$52.330 para nós, que estamos deitados eternamente em berço esplêndido.

OU SEJA: Por quase VINTE MIL reais a mais você pode comprar um uma versão "véia" de um polo similar ao europeu! VIVA AO BRASIL!! VIVA A VW!! VIVA À TECNOLOGIA TUPINIQUIM!!

Isso porque estamos falando em um valor à vista, experimente parcelar aqui e na Europa para você ver a diferença!!

Mas para que parcelar?? Afinal... ESTAMOS RICOS!!!!!!!!!!!!!!!

Se você estiver viajando pela gringolândia e quiser também mandar suas dicas, envie um email para: estamosricos.blogspot@gmail.com ou preencha o formulário de contato na barra ao lado -> 


Queda de até 70% nas vendas escancara estouro da bolha – Observador do Mercado


“Alguns indicadores citam queda de até 70% [nas vendas]“, afirma Rogério Santos, diretor da RealtON, outlet on-line de imóveis
Se não poderiam ser classificadas como uma “tempestade perfeita”, as condições do mercado imobiliário em 2014 podem ter chegado perto. Até demais. Uma confluência rara de fatores tem levado a uma desaceleração do setor como um todo, com efeito ainda mais forte no segmento comercial. Superoferta de escritórios e espaços corporativos em grande parte das regiões, vacância alta, estagnação econômica, inflação em patamar alto, endividamento das famílias, menor crescimento da renda, cenário macroeconômico internacional desfavorável e eventos, como Copa do Mundo e eleições, tiraram o fôlego da demanda por propriedades neste ano.
“A gente está vendo uma conjuntura rara de um ciclo de baixa do mercado imobiliário [de lançamentos] que coincide com um ciclo de baixa da economia”, avalia Viktor Andrade, sócio líder em transações imobiliárias na América do Sul da EY (antiga Ernst & Young). Segundo o consultor, os três cenários mostram uma queda dos preços no segmento comercial entre o fim de 2014 e ao longo de 2015.
Queda de 70% nas vendas

De fato, palavras como promoção e desconto frequentam cada vez mais os espaços publicitários de vendas de incorporadoras e imobiliárias. “Se levar em consideração os meses de maio a julho, o mercado quase parou. Alguns indicadores citam queda de até 70% [nas vendas]“, afirma Rogério Santos, diretor da RealtON, outlet on-line de imóveis.
No segmento residencial, de acordo com dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), de janeiro a agosto foram vendidos 11,6 mil imóveis novos na capital paulista, ou seja, uma queda de 48,8% sobre os 22,6 mil comercializados um ano antes. Mas no intervalo, houve meses, como junho, no qual o recuo alcançou 72% em relação ao mesmo período de 2013.
O índice Fipe/Zap de preços por m2 de imóveis residenciais anunciados já registra o impacto da conjuntura negativa sobre os valores de comercialização.
“Bastante razoável”

O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, vê o ano como desafiador para o mercado imobiliário em geral. “O primeiro semestre não foi bom para o segmento comercial. Vai haver uma recuperação no segundo semestre, mas não o suficiente para recuperar as perdas na metade inicial do ano”, afirma. O especialista considera, no entanto, o comportamento “bastante razoável levando em conta que a economia brasileira vai ter um desempenho muito fraco neste ano”.
Queda dos preços
De acordo com o presidente do Zap Imóveis, Eduardo Schaeffer, a vacância em imóveis comerciais tem aumentado e, com isso, há uma pressão por uma estabilidade ou até mesmo queda de preços. “A gente vem observando um aumento de vacância de maneira mais expressiva nos últimos oito meses. Em um primeiro momento, essa situação começa a mostrar pressão nos valores de aluguéis comerciais em regiões mais valorizadas. Depois, o aluguel mais baixo acaba por se refletir em um preço por m2 menor”, explica.
Dados da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) indicam tendência de crescimento na vacância no segmento de imóveis comerciais classe A no curto prazo. A taxa de unidades vazias subiu de 13,9% no primeiro trimestre para 14,5% no segundo. No entanto, para o vice-presidente da C&W, Marcelo da Costa Santos, trata-se de um ciclo natural do mercado. “Os preços têm de cair, a vacância aumenta e, depois [dessa queda], retomam-se os investimentos”, diz.
Segundo Andrade, da EY, houve uma aposta no início do ciclo de um cenário que não se concretizou. “A gente tem pesquisas que mostram que 60% dos motivos pelos quais existe o atual excesso de oferta se relacionam à pressão por resultados sofrida pelos executivos das incorporadoras e ao excesso de otimismo no mercado brasileiro [na época]“, diz.
A oferta de unidades acima da capacidade de absorção atual e o cenário macroeconômico adverso levaram as incorporadoras a pisar no freio em termos de novos projetos neste ano. De acordo com dados do Secovi-SP, de janeiro a agosto deste ano os lançamentos residenciais na cidade de São Paulo somaram 14,4 mil unidades, o que representa uma retração de 23% comparada às 18,7 mil lançadas no mesmo período de 2013.
(Valor Online – Finanças – São Paulo/SP – 08/10/2014)"
Fonte: http://observadordomercado.blogspot.com.br/2014/10/valor-queda-de-ate-70-nas-vendas.html

Você acredita em bolha? Construção tem pior freada em 14 anos - Infomoney



"O setor da construção civil deverá fechar 2014 com o pior resultado dos últimos 14 anos.

Diante do fraco desempenho da economia, término de empreendimentos da Copa do Mundo e dificuldade para aumentar os investimentos em infraestrutura, a previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor reverta o quadro de crescimento robusto dos últimos anos e caia 6,2%, segundo cálculos da consultoria GO Associados, apresentados no boletim da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop).

No ano passado, a construção civil teve participação de 5,4% no PIB total do País e empregou mais de 2 milhões de trabalhadores. O melhor resultado ocorreu em 2010, quando o PIB do setor avançou
11,6%, influenciado, em especial, pelo boom imobiliário. De lá para cá, o crescimento das atividades do setor foi um pouco mais modesto. Em 2013, avançou 1,6% e criou apenas 48 mil postos de trabalho (abaixo dos 95 mil de 2012), segundo o boletim da Apeop.
 
No segundo trimestre deste ano, o nível de atividade do setor despencou 8,6% comparado a igual período de 2013. O sócio da GO Associados, Gesner Oliveira, responsável pela elaboração do boletim da Apeop, explica que o desempenho é resultado da combinação de uma série de fatores. Entre eles, o atraso e adiamento de obras de infraestrutura, elevação do endividamento das famílias e arrefecimento do mercado imobiliário.

Segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi), de janeiro a julho deste ano as vendas de imóveis novos caíram 49% e o número de lançamento de novas unidades, 21,5%, comparado a igual período de 2013. "Tivemos um ano atípico, com carnaval tardio, Copa do Mundo e uma reviravolta nas eleições. Esse cenário de incerteza causou uma freada no setor", afirmou Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.

Ele projeta uma melhora no segundo semestre, mas não o suficiente para reverter o quadro negativo de 2014. A expectativa é que as vendas fechem o ano com recuo entre 20% e 25% e os lançamentos, entre 15% e 20%. Neste momento, avalia o executivo, é difícil traçar um panorama para 2015. "Vamos ver o resultado das eleições e o enfoque que será dado ao setor. Podemos ter uma onda de otimismo ou de pessimismo.

com 350 mil novas unidades a partir do ano que vem, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon), José Romeu Ferraz Neto.

Mas esse é apenas um dos negócios do setor. Se não houver reação em outras áreas, a recuperação da atividade fica mais difícil. Ele afirma que o nível de emprego está estável, com quedas pontuais em algumas regiões. "Mas estimamos que vai ocorrer uma queda no nível de emprego até o fim deste ano."
De acordo com o boletim da Apeop, apesar do ritmo mais lento na criação de empregos, a única categoria da construção que fechou vagas até agosto deste ano foi a de "outras obras de  nfraestrutura", que demitiu 3,2 mil pessoas. Nos demais setores, como construção pesada, obras de energia, telecomunicações, água, esgoto e transportes, o saldo do ano continua positivo, mas a abertura de novos postos de trabalho está mais lenta. "Houve uma deterioração do cenário macroeconômico, especialmente no curto prazo", diz o presidente da Apeop, Luciano Amadio.

Segundo ele, uma sondagem feita no setor mostra que os empresários de obras públicas estão pessimistas com o comportamento da economia brasileira neste ano. Para 80%, o sentimento em relação à economia piorou ou piorou muito para os próximos três meses. A expectativa melhora um pouco quando considerados os próximos 12 meses.

Na opinião do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, esse pessimismo reflete a reversão dos números do setor. "No começo do ano pensávamos que conseguiríamos crescer 2,5%. Mas aí a economia desaqueceu, as obras da Copa terminaram e o resultado foi piorando."

Fonte: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/3615634/voce-acredita-bolha-construcao-tem-pior-freada-anos

Por que a fascinação de comprar Victoria’s Secret nos EUA?



Como vai meu amigo endinheirado? Tudo certo com sua fortuna?

Hoje, eu decidi mudar um pouquinho o tema do nosso post, mas, ainda assim trazendo uma comparação de preço.

Vocês já perceberam que quase todas mulheres que viajam para o exterior aproveitam para comprar produtos de beleza? O famoso hidratante Victoria’s Secret!

Quando elas não vão, sempre dão um jeito de pedir para alguma amiga trazer.

Isso não é à toa. Vocês já pesquisaram a diferença de preços nestes produtos no Brasil e lá na terra do Obama?

É uma diferença realmente gritante.

Antes de reclamar que eu estou falando de coisas superficiais, o cuidado com o corpo é um tema muito importante nos tempos modernos. Sentir-se bem aumenta o rendimento no trabalho e a qualidade de vida.

Eu escolhi um hidratante da Victoria’s Secret por ser um dos produtos de beleza que as mulheres mais compram na internet.

Para começar, vamos falar do preço que é vendido aqui na terra do Tio Patinhas verde e amarelo.

Encontrei na internet a loção hidratante Passional Struck por um preço melhor que na loja física. Ele está sendo vendido por R$ 49.

Lembrando que esse é o valor de uma loja virtual, nas lojas físicas pode pagar muito mais!

Agora vamos falar de economizar (se bem que nem precisamos. ESTAMOS RICOS)?

O preço de comprar apenas um hidratante Victoria’s Secret no exterior não é muito diferente.

Ele sai por cerca de US$14, aproximadamente R$33.

Vendo a diferença em dinheiro, nem parece tão alta, mas o mesmo produto nos EUA custa 67% do valor cobrado aqui na terra de bananas.

Quando às mulheres vão ao exterior, elas economizam ainda mais nesse produto. No site da própria Victoria’s Secret está escrito que você pode comprar sete hidratantes deste modelo por US$35.

Convertendo pra nossa moeda, são sete hidratantes Victoria’s Secret por volta de R$84.

É mais barato comprar SETE no exterior do que comprar DOIS no Brasil! Isso porque o dólar subiu nas últimas semanas, a diferença era mais gritante há bem pouco tempo!!

Está explicada essa fascinação?

Ainda não estamos ricos, mas pagamos como se estivéssemos.


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fontes:

http://www.lookcosmetic.com.br/hidratante-corporal/victorias-secret-passion-struck-locao- hidratante-250ml-p803

https://www.victoriassecret.com/beauty/vs-fantasies-collection/passion-struck-fragrance-mist-vs- fantasies?ProductID=166486&CatalogueType=OLS


S&P está monitorando Brasil, Colômbia, Bolívia e Paraguai para tentar visualizar indícios de bolhas




"Nova York - A agência de classificação de risco Standard & Poor's fez um alerta nesta terça-feira, 7, para um risco de crise no mercado interno de crédito de quatro países da América Latina, entre eles o Brasil.

Em relatório, a agência lembrou que a região experimentou um "boom" no mercado interno de crédito ao longo da última década, em razão do crescimento sólido da economia, da classe média emergente e do aumento na formalização do mercado de trabalho.

Ao mesmo tempo, quatro países registraram expressivas altas nas taxas de juros nos últimos anos: Brasil, Colômbia, Bolívia e Paraguai.

Nesses países, as taxas subiram em média 10% ao ano desde 2008 e, em relação ao Produto Interno Bruto, o crédito subiu cerca de 10 pontos percentuais no mesmo intervalo.

Na avaliação da S&P, esses avanços costumam anteceder crises financeiras. "Especialmente quando o crescimento do crédito em baseado em hipotecas, a gestão de risco é frágil e a economia é fortemente dolarizada", disse o analista Richard Francis, da S&P.

A agência informou que está monitorando os quatro países para tentar visualizar indícios de bolhas."

Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/s-p-alerta-sobre-credito-no-brasil-e-outros-paises-da-al

Apartamento compacto em São Paulo ou Orlando?



E aí amigo brazuquinha.

Tudo certo com sua ostentação fora do normal?

Hoje, eu vim falar de uma das coisas que mais está fazendo sucesso no mercado imobiliário brasileiro, os apartamentos compactos.

Os jovens endinheirados das grandes capitais, como São Paulo, têm procurado esse tipo de
apartamento pra morar sozinho. É justamente nesta cidade que fui encontrar um dos imóveis
da comparação de hoje.

O outro está lá na terra do Tio Sam.

É por lá que eu vou começar.

Para deixar claro o absurdo que estão cobrando nos apartamentos pequenos em nossa terra
de gente rica, eu escolhi um apartamento um pouco maior lá nos EUA.

O imóvel tem 69m2 de área útil e fica numa das regiões mais famosas do País: Orlando. Terra
da Disney. Tudo a ver com nós, Tios Patinhas brasileiros...









Não tem muito o que falar deste tipo de apartamento, já que ele conta apenas com um quarto e
banheiro. É a kitnet reformulada. Então, vamos falar da região.

Orlando tem um grande projeto de expansão por ser um dos grandes polos financeiros dos
EUA e a segunda cidade que mais recebe visitantes no mundo.

O volume de gente que passa por Orlando todos os dias faz com que ela tenha uma
infraestrutura de dar inveja em qualquer canto do mundo.

Sabe quanto custa esse apartamento de 69m2 em Orlando? A incrível quantia de US$69 mil
dólares.

Você não leu errado, caro milionário.

O pequeno apartamento em uma das melhores cidades do mundo custa cerca de R$169 mil reais.

Parece um preço um pouco caro para um apartamento tão pequeno, né?

Então, vamos voltar para São Paulo.

Eu escolhi um imóvel bem menor na cidade que não dorme.

Um apartamento com 26m2. Olha que esse não é dos menores. Alguns lançamentos contam

com 18m2 apenas.

Não precisamos explicar muito dessa cidade, né?

O apartamento também não tem muitos detalhes, apenas um quarto e uma vaga na garagem.




Então vamos direto para o preço. Essa belezinha está saindo por R$420 mil.

Isso mesmo.

Um apartamento com metade do tamanho, mas com o dobro do preço.

Ainda bem que não temos problemas financeiros e estamos ricos!

Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fontes:

http://sp.bomnegocio.com/sao-paulo-e-regiao/imoveis/estanplaza-berrini-oportunidade-9259286

http://www.newimob.com.br/imovel-internacional/apartamento/florida/orange/orlando/downtown-
orladno/wrao5114258/popup