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Pesquisa mostra que venda de imóveis desacelerou em SP – Jornal Hoje

FMI Alertou sobre bolha imobiliária no Brasil


Matéria Denise Marin, correspondente de O Estado de S. Paulo, referiu, em 2012, o alerta do FMI – Fundo Monetário Internacional – a respeito da expansão de crédito e do risco de bolha imobiliária no país
O Brasil pode ser “vítima do próprio sucesso”. O alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) refere-se aos riscos da expansão acelerada do crédito e também da redução da taxa básica de juros, a Selic, sem o necessário alongamento dos prazos de crédito. Bolhas em preços no setor imobiliário e o endividamento das famílias são dois dos riscos mais evidentes.
No documento “Avaliação da Estabilidade do Sistema Financeiro”, divulgado ontem, o FMI chama a atenção também para os riscos externos ao setor provocados pela volatilidade do mercado de capitais e pelos preços das commodities.
“Há risco de o sistema financeiro tornar-se vítima do próprio sucesso no País”, disse Dimitri Demekas, diretor-assistente do Departamento de Mercados Monetários e de Capitais do Fundo, ao Boletim Digital do FMI. “A expansão acelerada do crédito nos últimos anos apoiou o crescimento da economia interna e o aumento da inclusão financeira. Mas essa expansão também poderia gerar vulnerabilidades.”
Veja também:
Essa foi a primeira vez que o governo brasileiro autorizou a divulgação do documento pelo FMI. A avaliação é feita desde 1999, a cada cinco anos, em 25 países. Desde 2002, quando houve a primeira avaliação do Brasil, o FMI constatou “crescimento, diversificação e sofisticação do sistema”, que se mostrou capaz de atravessar “excepcionalmente bem” a crise de 2008.
O ambiente atual, porém, é de desafios, alerta o Fundo. A expansão do crédito nos últimos anos é um deles, mesmo sendo o total de empréstimos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) ainda baixo. Essa situação não representa risco para os grandes bancos, mas gera vulnerabilidade para os pequenos.
O Fundo reforça sua mensagem em favor da redução da Selic. Porém, chama a atenção das autoridades brasileiras para o fato de essa queda gradual romper o atual equilíbrio no sistema financeiro brasileiro de juros altos e crédito de curto prazo. Será preciso, portanto, extremo cuidado para acomodar a economia e o setor financeiro em novo equilíbrio, mais saudável, de juros baixos e crédito de longo prazo.
Sem esse cuidado, vários riscos podem emergir. Se mexer só na Selic, o Banco Central pode estimular a alta da inflação, criar instabilidade macroeconômica e favorecer a formação de bolhas de preços de ativos, especialmente de imóveis. Se apenas estimular o alongamento do prazo do crédito, pode ampliar demais o passivo financeiro.
Nessa tarefa, será requerida a mudança de foco do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Há duas semanas, em sua avaliação da economia brasileira, o FMI já havia feito a mesma recomendação para o BNDES concentrar-se mais no crédito de longo prazo – em especial a empresas sem capacidade de captar recursos no setor privado – e no financiamento de projetos de infraestrutura. O BNDES, salientou o Fundo, precisa deixar de lado os empréstimos de baixo risco – como os concedidos à Petrobrás – e tornar-se mais competitivo.
Em outro documento, sobre a observância das regras da Basileia pelo sistema bancário, o FMI insistiu na necessidade de o governo aprovar legislação para garantir, formalmente, a autonomia do BC. A questão, informa o documento, “continua em aberto”. O País pôs em prática as regras de Basileia 2 e está em consultas para a aplicação gradual das de Basileia 3. Mas será preciso, reforçou o FMI, também reformar a governança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Leia também:
De forma geral, o FMI considerou o sistema financeiro brasileiro “amplo, concentrado e altamente conectado, no âmbito doméstico”. O sistema é formado por 1.475 instituições de depósito cujos ativos, somados, superam 100% do PIB do País. A capitalização é superior ao mínimo recomendado. Os cinco maiores bancos respondem por dois terços dos ativos. A presença de instituições estrangeiras ainda é menor que em outros países latino-americanos. Esses bancos controlam menos de 20% do total de ativos do setor do País.

Fonte:
http://boainformacao.com.br/2014/07/fmi-alerta-para-expansao-de-credito-endividamento-das-familias-e-risco-de-bolha-imobiliaria-no-brasil/

JORNAL NACIONAL: aumenta o número de pessoas que desistem de imóveis comprados na planta



No chamado 'distrato', a construtora recebe o apartamento de volta e devolve parte do que foi pago pelo comprador. O valor varia entre 20% e 30% e tem que fazer parte do contrato de venda.




Um apartamento perto da praia, de 43 metros quadrados. Três anos atrás, parecia um bom negócio. Paulo comprou dois apartamentos.
“Bem provável que eu iria alugar por um tempo, porque a procura lá é muito grande”, afirma Paulo Stanquezis Junior, comerciante.
Mas no meio do caminho... “Vim pagando normalmente durante, aproximadamente, dois anos e meio, sem problema, aí que eu comecei a perceber que a obra começou a atrasar muito. E a dificuldade da revenda do mesmo”, lembra Paulo.
E o caso dele não é único. Em um ano, aumentou de 5% para 15% o número de pessoas em São Paulo que desistiram de comprar de um imóvel e querem o dinheiro de volta. É o chamado distrato.
A construtora recebe o apartamento de volta e devolve parte do que foi pago pelo comprador. O valor varia entre 20% e 30% e tem que fazer parte do contrato de venda. 
Os representantes das construtoras e de quem comprou os imóveis na planta dizem que a maioria das desistências ocorre no momento mais aguardado do negócio: na entrega das chaves. Durante a obra, o consumidor paga para a construtora cerca de 20% do valor total. O restante, 80%, será financiado com um banco.
Segundo o Sindicato de Habitação, o problema é que muita gente não faz o planejamento direito.
“Ela deve ver se ela hoje já tem condições para pagar a prestação daquele financiamento como se fosse na data de hoje, aí dará uma tranquilidade pra ela”, explica Celso Petrucci, economista do Secovi-SP.
Já o representante dos mutuários diz que, além dos atrasos, quem compra um imóvel na planta vem sofrendo com o INCC, o Índice de Inflação da Construção, que corrige o preço das parcelas durante a obra. O INCC está mais alto do que a inflação oficial.
“O consumidor chega perto da entrega das chaves e verifica que o saldo devedor está muito acima do que ele planejou, aí sim, ele então decide pedir o distrato do seu contrato”, diz Marco Aurélio Luz, presidente da Assoc. dos Mutuários de SP.
Foi o que aconteceu com a Claudete. A operadora de caixa ia casar e decidiu encarar o negócio. Mas o noivado acabou, ela não conseguiu pagar a prestação sozinha e agora quer o que pagou de volta.
“Teve um reajuste do INCC, teve um aumento e eu não tenho condições de estar pagando sozinha por conta do aumento e também porque perdi o meu noivo que ia estar pagando junto comigo”, conta Claudete da Silva, operadora de caixa.

Construtoras desabam em valor de mercado - Exame.com

Trabalhador entre as ferragens na construção de um dos canais do projeto de transposição do rio São Francisco


"São Paulo - Um levantamento realizado pela consultoria Economatica revelou que o valor de mercado das empresas do setor imobiliário recuou 42,9% nos últimos quatro anos e meio, passando de 47,31 bilhões de reais para 27,01 bilhões de reais. Das 19 empresas analistas, 13 destas registraram queda no valor de mercado. Veja o ranking a seguir. "

Viver

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009-92,69%
Valor de mercado atualR$ 50,29 milhões

Rossi
Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009- 83,55%
Valor de mercado atualR$ 666,46 milhões

Sultepa

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009-79,92%
Valor de mercado atualR$ 13,40 milhões

Brookfield

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009-74,72%
Valor de mercado atualR$ 854,99 milhões

PDG

Variação do valor de mercado desde de dezembro de 2009-70,27%
Valor de mercado atualR$ 2 bilhões

Gafisa

Variação do valor de mercado desde de dezembro de 2009-68,79%
Valor de mercado atualR$  1,46 bilhão

CR2

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009- 49,28%
Valor de mercado atualR$ 145,3

Cyrela

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009- 47,86%
Valor de mercado atualR$ 5,39 bilhões

MRV

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009-46,30%
Valor de mercado atualR$ 3,64 bilhões

Rodobens

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009- 42,44%
Valor de mercado atualR$ 502,41 milhões

Trisul

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009- 36,15%
Valor de mercado atualR$ 299,26 milhões

Lix da Cunha

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009-27,53%
Valor de mercado atualR$ 34,67 milhões

Tecnisa

Variação do valor de mercado desde de dezembro de 2009-17,36%
Valor de mercado atualR$ 1,24 bilhã

Even

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009+0,29%
Valor de mercado atualR$ 1,53 bilhão

Direcional

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009+4,71%
Valor de mercado atualR$ 1,59 bilhão

João Fortes

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009+7,60%
Valor de mercado atualR$ 860,78 milhões

JHSF Participações

Variação do valor de mercado desde de dezembro de 2009+8,09
Valor de mercado atualR$ 1,72 bilhão

Helbor

Variação do valor de mercado desde dezembro de 2009+135,87
Valor de mercado atualR$ 1,56 bilhão

Jornal Nacional - Preço dos imóveis sofrem queda

"Depois de subirem em um ritmo mais forte que o da inflação, os preços dos imóveis em São Paulo desaceleraram. E as vendas caíram.
Estava difícil encontrar um imóvel que coubesse no orçamento. Depois de seis anos procurando, Denise vendeu o dela e comprou um novinho só fechou contrato porque conseguiu negociar.

“Pedi um desconto. E conseguimos um desconto e vamos fechar o contrato. O desconto foi de 5, 6 %. E agora tem desconto. Antes não tinha”, conta a médica Denize Menezes Lourenço.

Nos últimos anos, o preço dos imóveis em sete cidades brasileiras vinha subindo bem acima da inflação. No pico, os imóveis subiram 2,7% em apenas um mês, em abril de 2011, contra uma alta média de preços de 0,77%. Mas agora houve uma reviravolta. Desde março deste ano, os preços dos imóveis sobem menos do que a inflação.

O dono da imobiliária confirma: o mercado está diferente. “O mercado vinha meio parado até o meio do ano e agora parece que retomou a força e nesse cenário de redução de preços, descontos e os compradores aproveitando, quase uma liquidação mesmo. A gente vê descontos de 20%, 25% em alguns casos”, comenta Rodrigo Falcão Vaz.

Só em São Paulo, a venda de imóveis novos caiu 36% em maio deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado. Um outro dado que mostra a desaceleração desse mercado é o crédito imobiliário, que caiu quase 20% no país na comparação anual. Uma das explicações é a Copa do Mundo que, em junho, ajudou a esfriar as compras. Mas os economistas dizem que não foi só isso.

“A gente chegou a ter juros pro financiamento imobiliário perto de 7% ao ano, 7,5%. Hoje a gente já vê juros 9%, 9,5% na média, casos até de juros maiores. Com menos gente conseguindo emprego e os salários crescendo menos, aquele ímpeto para comprar o imóvel diminui”, explica o economista da Fipezap Eduardo Zylberstajn.
O economista lembra que comprar a casa própria é uma escolha que exige tempo: “A decisão no final na compra do imóvel é uma decisão de longo prazo. Então, você querer acertar o movimento preciso do mercado sempre é muito difícil, você tem que tomar a decisão com base nas necessidades e nas condições das famílias”.




Fonte: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/t/edicoes/v/precos-dos-imoveis-em-sao-paulo-sofrem-queda/3527588


Bahia - Mercado Imobiliário estagnado



O secretário do Conselho Regional de Corretores de Imóveis 9º Região(Creci-BA), Noel Silva, informa que a situação do mercado imobiliário na Bahia é muito semelhante a de São Paulo (queda de 40% nas vendas).

O representante do setor afirma: “É fator notório que houve diminuição muito grande de lançamentos no mercado imobiliário também em Salvador desde 2012 para cá por causa da saturação da demanda. O mercado sofreu uma estabilidade nos preços”,

O secretário ainda adiciona “Sabíamos que o boom imobiliário em Salvador teria um prazo e depois disso o mercado voltaria aos níveis anteriores. Estamos mais realistas e diferenciados. O boom trouxe consequências boas. Profissionalizou, trouxe novidades tecnológicas, inovações de vendas, muitos detalhes interessantes. Profissionalizou o mercado. Tanto os incorporadores, como os corretores”.

Ele atribuí a queda  à diminuição da capacidade de endividamento da população e à insegurança jurídica gerada pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador, que ainda será votado na Câmara.

E aí? Ficamos pobres??


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/07/29/queda-na-venda-de-imoveis-passa-dos-40-no-primeiros-seis-meses-do-ano

Estamos ricos com a Toyota - Comparação entre preços internacionais e no Brasil dos carros da montadora.

Aê Magnata!

Faz um tempinho que não comparo carros, resolvi então ver o quão ricos estamos ficando com as dezenas de montadoras gringas em nosso país... então hoje a dúvida é:


O quão ricos estamos com a Toyota?



A montadora japonesa é acusada de muitas coisas, entre elas quebrar a cidade de Detroit - USA, pois obrigou as concorrentes americanas  reverem seu modo de produção, mandando as fábricas pra outros países.

E pelas bandas de cá? Será que o tradicional preço e qualidade são o forte da montadora japinha??

A qualidade, ouvimos o melhor da montadora, e os preços??

Vamos dar uma olhada...

Começando pelo carro de entrada da empresa no Brasil, o super Toyota Etios


Como o modelo somente é vendido em países de terceiro mundo e subdesenvolvidos em desenvolvimento vamos lá aos preços:

Modelo básico

Brasil:             R$ 38 mil
Africa do Sul  R$ 27 mil
Índia               R$ 21 mil
Indonésia        R$ 28 mil

O modelo brasileiro custa 80% mais que o modelo indiano e 35% que o indonésio.



Agora vamos ao novo fusca, o carro mais vendido no mundo, o carro que revolucionou o conceito de carro - o Corolla:




Modelo básico brazuquinha:   R$ 68 mil reais
Modelo básico no Chile:         R$ 38 mil reais
Modelo básico nos EUA:        R$ 41 mil reais
Modelo básico na Alemanha:  R$ 23 mil reais

O modelo brasileiro custa 78% mais que o modelo mais chileno e 49% que o alemão.

Vamos agora a SUV cobiçada por muitos - A RAV 4





Modelo básico brazuquinha:   R$ 105 mil reais
Modelo básico no Chile:         R$ 45 mil reais
Modelo básico nos EUA:        R$ 57 mil reais
Modelo básico na Alemanha: R$ 77 mil reais

O modelo brasileiro custa 133% mais que o modelo chileno e 36% que o alemão.

Agora, vamos ao topo dos carros da montadora no Brasil, o CAMRY

CAMRY

Ao analisar o carro, me dei conta que não vejo ele, é o típico carro caviar... "nunca vi, nem comi, eu só ouço falar"

Olhem os preços:

Brasil  R$ 151 mil
EUA    R$ 55 mil
Chile   R$ 78 mil
Índia   R$ 94 mil

O modelo brasileiro custa 174% mais que o modelo americano e 60% que o indiano.

Sempre ouvimos que a culpa dos preços altos por aqui são dos tributos, olhem abaixo um estudo feito sobre o peso médio dos tributos nos preços finais dos carros

Brasil:             30%
Estados Unidos: 6%
Alemanha:         9%

Pegando o caso específico dos EUA, a diferença de tributo é cerca de 24%, mas o preço em torno de 152%, e o povo vem me dizer que o problema é somente a alta carga tributária?

A resposta pode estar a frase de um auto executiva de uma outra montadora (Honda):

"O que conta é o valor percebido. O que vale é o preço que o mercado paga."


Ou seja

estamos ricos e otários!!



Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte:
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/02/25/tributos-elevam-preco-dos-carros-no-brasil-dizem-debatedores
www.toyota.com (em diversos países)
http://www.noticiasautomotivas.com.br/lucro-brasil-faz-o-consumidor-pagar-o-carro-mais-caro-do-mundo/





Anitta não investe em imóveis!!




Então nobre brazuquinha,

Depois do polêmico post  7 GÊNIOS FINANCEIROS QUE INVESTEM EM IMÓVEIS... me deparo com a declaração BOMBÁSTICA da Anitta!

  Olhem o que moçoila falou em entrevista à  Maria Gabriela:

“Não comprei uma casa ainda porque o mercado não está no melhor momento”.


Lágrimas escorrem no meu rosto, há uma esperança de vida inteligente em terras tupiniquins!


Parabéns Annita, você está mais consciente que muitos economistas: começo desde já minha campanha:

TROQUEM O MINISTRO MARGARINA PELA ANITTA!!

 o candidato que fizer essa promessa durante as eleições ganha meu voto!! kkkk



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Há uma bolha imobiliária no interior? Assis - SP X Davenport

Então nobre povo brazucão,

Continuando na ideia do post A BOLHA IMOBILIÁRIA CRESCENDO NO INTERIOR? resolvi analisar a bela cidade de Assis, no interior do interior de São Paulo.

A Capital do Paranapanema possui 100 mil habitantes e segundo a ONU está entre as 50 melhores cidades para se viver no Brasil .

Como será que anda o mercado imobiliário por lá? Será que um cidadão trabalhador consegue adquirir seu imóvel a preço justo?

Bem, escolhi uma boa casa, são 301 m2, 2 garagens, 4 banheiros e 4 quartos.

Vamos as fotinhos??






Obviamente não poderia faltar a passeadinha na vizinhança...





Essa mansão custa APENAS 1,3 MILHÃO!!!

Tá bom nobre amigo??

Então, vamos a uma cidade com a mesma população de Assis: Devenport - IO


Que tipo de imóvel compro pelo mesmo 1,3 milhão??

Achei esse casebresinho

São 5 quartos, 3 banheiros, ar condicionado central, cozinha com todos eletrodomésticos, piscina  e 340 m2.













A passeadinha na vizinhança...




Gostou da maloca?? Incrível a semelhança né?

E aí? Existe bolha imobiliária no interior ou não??

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Fonte:
http://www.imobiliariawm.com.br/4/imovel/16341/vender/assis-sp
http://www.trulia.com/property/31189106-Jersey-Farms-6633-Lorton-Ct-Davenport-IA-52807#photo-1

A bolha imobiliária crescendo no interior?


Pessoal,

Vi alguns comentários no blog dizendo que só existe bolha imobiliária em São Paulo e Rio de Janeiro e que o interior seria terra de estabilidade e prosperidade, será??

O Secovi do Paraná divulgou alguns dados preocupantes sobre a cidade de Londrina.

O volume de imóveis disponíveis para locação aumentou 27,22% nos últimos 12 meses e a oferta de imóveis usados para venda aumentou 16,59%.

Como todos sabemos, o mercado se dá no equilíbrio da oferta e da procura.

Aumentando a oferta, qual a tendência dos preços? E aí? O interior está isento da possível bolha?


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7 gênios financeiros que investem em imóveis

1. Valesca Popozuda




A moça confessou à revista VEJA que investe seu suado dinheiro em imóveis. Ela provavelmente não acredita em bolha imobiliária. KEEP CALM Valesca!

http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/valesca-popozuda-nao-tenho-inimigas-nem-amigas

2. Tiririca




O gênio e deputado federal gosta de investir em imóveis no Rio, no Ceará e em São Paulo. Provavelmente, se indagado sobre o mercado ele responderá: "pior que tá, não fica". Como já sabemos, o nobre deputado já provou que é alfabetizado, então, sabe o que está fazendo.

3 - Nicole Bahls




Em recente entrevista, a eterna Panicat anda falando que investe no mercado imobiliário o dinheiro que ganha pelos serviços prestados. Sábia menina, é um ótimo momento para isso!



4.  Gaby Amarantos




A tecnochic respondeu em entrevista a EGO que gosta é de investir em imóveis. Que bom que a cantora tem esse gosto, pois bom gosto é o forte da moçoila.


5. Kleber BamBam

O ex-bbb afirmou em recente entrevista que "imóvel é investimento certo". Pelo jeito o moço tem tanto sucesso administrando seu patrimônio quanto na mídia. 

bambam-bbb-13




6. Latino






O senhor confessou que resolveu mostrar o bilau para comprar um imóvel. Segundo especialistas do mercado, ele precisou fazer apenas um pequeno investimento.

Mercado dos imóveis esfria além do previsto



Não posso dizer se é bolha ou não, mas os índices oficiais já estão mostrando um desaquecimento do setor imobiliário.

Como já divulgamos aqui,em São Paulo a queda na venda de imóveis usados em maio foi de 36,5% quando comparada ao mesmo período de 2013, na verdade isso é quase queda livre, não?

Agora, um outro dado para os Nerds de plantão:

A VSO (Vendas Vendidas sobre Ofertas), que mede a relação entre o total de unidades vendidas e a oferta de imóveis novos no mês, teve uma média de 11,7% nos últimos 24 meses, no entanto, em abril ela teve queda de 16% , alcançando uma média mensal de 9,4%, RESUMINDO... mais estoques de imóveis novos.

E para piorar, os bancos estão com políticas de crédito imobiliário mais duras (porque será??), o que tem gerado um aumento no distrato (é o carinha que compra na planta, mas depois não tem dinheiro para financiar e devolve a porcaria), a MRV teve alta de 41% nos distratos no começo do ano, a Cyrella está no mesmo barco e a Brookfield teve um aumento de 85%.

Resumindo o cenário: menos vendas, mais estoques, mais distratos = a ???.

Façam as contas aí...

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37 imóveis na costa espanhola por menos de R$ 160 mil


E ae milionário brazuquinha, já pensou morar na famosa costa espanhola??



Praia em Almeria

São belas praias com um custo de dar inveja a qualquer maloqueiro tupiniquim, se você não acredita, clica no link para ver o imóvel.


Vamos lá, são  37 belos apartamentos por menos de R$ 160.000


descriçãom2provínciapreço
(em reais)       
link



45 m 2
valencia
69.000
Link
76 m 2
almería
79.200
link
63 m 2
almería
87.000
link
53 m 2
almería
87.000


104 m 2
almería
89.100
Link
47 m 2
castellón
97.500
Link
54 m 2
almería
98.400
Link
79 m 2
almería
103.800
Link
75 m 2
almería
105.000
Link
65 m 2
tarragona
108.300
Link
45 m 2
santa cruz de tenerife
109.350
Link
41 m 2
castellón
110.400
Link
57 m 2
almería
111.000
Link
54 m 2
santa cruz de tenerife
111.000
Link
40 m 2
coruña
115.641
Link
52 m 2
castellón
117.000
Link
67 m 2
castellón
126.000
Link
59 m 2
cádiz
126.756
Link
42 m 2
tarragona
127.200
Link
47 m 2
coruña
129.000
Link
45 m 2
palms
135.000
Link
75 m 2
valencia
135.000
Link
73 m 2
alicante
135.945
Link
80 m 2
tarragona
138.000
Link
63 m 2
valencia
138.000
Link
72 m 2
almería
138.000
Link
59 m 2
santa cruz de tenerife
138.000
Link
39 m 2
coruña
139.293
Link
52 m 2
castellón
139.500
Link
66 m 2
almería
144.000
Link
43 m 2
pontevedra
145.764
Link
100 m 2
tarragona
146.100
Link
58 m 2
pontevedra
146.100
Link
67 m 2
coruña
168.000
Link
52 m 2
cantabria
169.794
Link
42 m 2
coruña
174.000
Link
47 m 2
coruña
175.200

Partiu Espanha???


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Fonte:

http://www.idealista.com/news/inmobiliario/top-idealista/2014/06/19/729181-pisos-nuevos-y-baratos-en-costa?xts=352991&xtor=AD-186-[www.idealista.com/news/inmobiliario/top-idealista/2014/06/19/729181-pisos-nuevos-y-baratos-en-costa]-[]-[0]-[prisa__elpais.com]-[]-[destacado_home_elpais_titulo]&source=101


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