Pagando um “precinho” no iPhone 6 aqui no Brasil



E aí, brazuquinha. Tudo certo?

Está a fim de comprar um celular novo? Que tal um iPhone?

É, talvez não. Não pela qualidade do aparelho, mas pelo “precinho” que ele chegará aqui na terra dos impostos.

O novo telefone da Apple ainda não chegou oficialmente ao solo tupiniquim, mas já está fazendo sucesso por preços que estão na faixa do mercado concorrente, mas, por aqui, ele, provavelmente, estará muito acima dos concorrentes.

Isso, pelo menos, é o que diz uma estimativa feita pela revista Info.

Como o nenhum dos modelos do iPhone 6 chegou ainda à nossa querida terra de milionários(estranho, somos a Suíça Latina), eles estimaram o valor com base no preço de lançamento do iPhone 5 por aqui.

O modelo mais básico deve começar a ser vendido por cerca de R$2899. Nos Estados Unidos, ele é vendido por metade do preço.

R$1490 é o valor que os sobrinhos do Tio Sam pagam em um iPhone 6 de 16 GB.

O Brasil, um dos países onde se paga mais caro por tecnologia, tem o preço do celular muito mais alto que vários países. Em Cingapura, por exemplo, esse mesmo modelo é vendido por R$2013.

Na França, um dos países em que o iPhone é mais caro, ele está sendo vendido por R$2077. Quase oitocentos reais mais barato!

Se você quiser um modelo melhor, com mais espaço e um pouco mais potente é bom pensar em vender seu carro ou moto. É sério!

A versão mais avançada do iPhone 6 é a Plus com 126 GB. Ela deve chegar aqui por volta de - não se espante aprendiz de Tio Patinhas - R$4299.

É isso mesmo! Um celular que é vendido nos Estados Unidos por US$ 949, chegará ao Brasil custando MAIS DE QUATRO MIL REAIS!

Como já falamos por aqui, comentar sobre preço de aparelhos eletrônicos, gadgets etc pode parecer algo superficial, mas o investimento em tecnologia é importantíssimo para o crescimento do país.

O setor de informática, por exemplo, conta com incentivos fiscais, mas, mesmo assim, continua com preços abusivos. Além das grandes taxações do governo, as empresas veem aqui um enorme potencial para lucrar muito mais que em outros países.

Ainda pensando em trocar de celular?

Olhem aí a estima da Revista Info:

Produto
Valor em Dólar
Conversão (sem taxas ou impostos)
Estimativa
iPhone 6 4.7 polegadas 16 GB - desbloqueado
US$ 649
R$ 1 490
R$ 2 899
iPhone 6 4.7 polegadas 64 GB - desbloqueado
US$ 749
R$ 1 718
R$ 3 399
iPhone 6 4.7 polegadas 128 GB - desbloqueado
US$ 849
R$ 1 947
R$ 3 799
iPhone 6 Plus
16 GB
US$ 749
R$ 1 718
R$ 3 399
iPhone 6 Plus
64 GB
US$ 849
R$ 1 947
R$ 3 799
iPhone 6 Plus
128 GB
US$ 949
R$ 2 177
R$ 4 299

Se ainda assim você estiver milionário e quiser comprar o "celular", dê uma olhadinha nas reviews dos especialistas: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/iphone-6-e-o-melhor-do-mundo-veja-o-que-dizem-as-analises


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Investidores estão desistindo dos imóveis na capital

Para reportagem completa:: http://www.otempo.com.br/capa/economia/investidores-est%C3%A3o-desistindo-dos-im%C3%B3veis-na-capital-1.922726


"Rentabilidade varia atualmente de 0,25% a 0,4% do valor

Os investidores que compram imóveis para locar estão ficando escassos no mercado. A dificuldade para locar e a rentabilidade baixa, que varia de 0,25% a 0,4% do valor do imóvel, são alguns dos motivos que estão afugentando os investidores. “O número de pessoas que adquirem um imóvel com interesse de alugar vem diminuindo nos últimos anos”, diz o proprietário da Imov, Ivan Bomtempo.

Ele conta que, há um ano, o tempo médio para locar um imóvel variava de 15 a 30 dias na capital. “Hoje, dependendo do preço do aluguel e localização varia de três meses a seis meses. Hoje, tem muita oferta de imóveis para locar”, observa.

Para o empresário, há um descompasso entre o preço do aluguel na cidade e o reajuste dos salários, o que fez com que vários proprietários tivessem que adequar os preços à realidade do mercado, reduzindo o valor do aluguel na casa dos 10%.

No caso dos investidores que compravam imóveis para vender mais tarde, Bomtempo verificou redução. “Há cinco anos, chegavam a 40%. Hoje, estão na casa dos 20%. Quem compra imóvel atualmente é para morar”, analisa.

O proprietário da ADR Imóveis, Alexandre Fadel, constata que os investidores estão diversificando seus investimentos. “Há alguns anos, um único investidor chegava a comprar três, quatro imóveis de um prédio na planta. Hoje, quem me procura para comprar um imóvel o faz com a intenção de morar. Vivemos hoje uma outra realidade de mercado”, afirma Fadel.

Sem queda


Mudança. Os especialistas em investimentos e imóveis afirmam que o setor imobiliário vive uma nova realidade de preços, mas não apostam em queda no valor dos imóveis em BH."

Notícias do setor imobiliário


26/09 -Análise: Compra do imóvel fica em segundo plano e efeitos proliferam - Samy Dana



"A situação parece não estar fácil para construtoras e imobiliárias.

Com a economia prevendo um crescimento tímido do PIB para 2014 –de 0,52%, de acordo com o último Boletim Focus, anunciado em setembro pelo Banco Central– e a inflação beirando o limite da banda, o consumo de imóveis tem ficado em segundo plano, e os efeitos já começam a se espalhar.

A infinidade de leilões e saldões imobiliários que chegam a oferecer até 45% de desconto acrescidos de benefícios já demonstra o temor dos vendedores com a desaceleração da demanda, indicando um movimento de queda nos preços em um futuro próximo.

Contudo, o argumento de que a demanda permanece intocada vigora. A demanda pode até existir, mas isso não significa que as transações estão sendo efetuadas. Dados do Secovi-SP mostram  Queda de 48,9% nas vendas e alta de 2,31% do preço do metro quadrado na capital paulista até o mês de julho, contra 3,76% de inflação no mesmo período.

Ao que parece, os preços estão caindo, e esse fenômeno pode ter relação direta com a redução da demanda, que já não considera viável pagar preços alucinantes como os praticados até há pouco.
O marketing, no entanto, permanece em alta. E o imóvel é sempre exaltado não somente como lar, mas também como um excelente investimento para a posteridade.



25/09 -  O mercado imobiliário é como um trem-fantasma”, diz presidente do Secovi-SP



"Em entrevista à Dinheiro, Claudio Bernardes afirma incorporadores estão angustiados com fatores como as incertezas da economia e a insegurança jurídica do setor
"Assim como as montadoras, as incorporadoras não levarão boas lembranças de 2014. Até julho, a venda de imóveis novos acumula uma queda de 49% na cidade de São Paulo – o maior mercado do País. Para Cláudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, que representa as empresas do setor, este é um sinal de que os mecanismos que estimularam as vendas, nos últimos anos, se esgotaram. “Chegamos ao limite”, afirma. Para Bernardes, atuar no mercado imobiliário brasileiro, atualmente, é como andar em um trem-fantasma: “a cada curva, você leva um susto”. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista à Dinheiro:
DINHEIRO – Até julho, a cidade de São Paulo registrou queda de 49% nas vendas de imóveis novos, e de 21% no volume de lançamentos. Como o senhor avalia o ano, até agora?CLÁUDIO BERNARDES - Nós já sabíamos que este seria um ano mais complicado por vários motivos: o Carnaval tardio, as eleições, a Copa do Mundo. O que nós não previmos era uma queda mais acentuada da economia, como aconteceu. Isso, obviamente, impactou negativamente o mercado. Sofremos quedas maiores às que imaginávamos que pudessem ocorrer.
DINHEIRO – Qual é o principal argumento dos clientes, hoje, para não fechar a compra do imóvel?BERNARDES - É a insegurança com o seu emprego. É o ponto que está pegando mais. Ninguém sabe direito o que vai acontecer. Essa insegurança adia a compra. Isso também adia um pouco o investimento. O empresário se recente de algumas questões. Os investidores estrangeiros, por exemplo, que participam de empreendimentos no Brasil, ficam muito apreensivos com essas questões e põem o pé no freio nos lançamentos. Por outro lado, os lançamentos que foram retardados, em função de Copa do Mundo, tendem a se recuperar um pouco nesse segundo semestre. Os dados preliminares de agosto já revelam que houve uma melhora, mas não temos uma esperança de que essa retomada venha a recuperar as perdas do primeiro semestre.
DINHEIRO – Essa melhora é suficiente para rever a projeção de 25% de queda nas vendas de imóveis novos, neste ano?BERNARDES - Talvez fique em torno de 25% mesmo. Entre 20% e 25% de queda
DINHEIRO – O Fipezap mostra que o preço dos imóveis está desacelerando. No acumulado até agosto, a alta é de 4,8%, apenas 0,8 ponto percentual acima da inflação...BERNARDES - Trata-se de uma redução no ritmo de aumento...
DINHEIRO – Não vai haver queda de preços?
BERNARDES - Dentro destas condições macroeconômicas, o espaço para o aumento de preços não existe hoje. O preço tem algumas componentes básicas: os custos; o equilíbrio de oferta e demanda; e a capacidade de pagamento do cliente. Isto é um tripé. E, hoje, nós estamos batendo na capacidade de pagamento. Estamos chegando ao limite. Esse é um fato. Muita gente me pergunta como os preços subiram em ritmo superior ao do aumento da capacidade de pagamento. A questão é que houve mecanismos que possibilitaram que os preços subissem. O preço aumentou, porque os custos e a demanda subiram. E como você resolver o outro ponto, que é a capacidade de pagamento? Foram desenvolvidos mecanismos para adequar essa capacidade à mesma renda. Como? Diminuindo a taxa de juros, aumentando prazos... uma série de mecanismos. Agora, nós esgotamos esses mecanismos que fizeram com que o mercado pudesse se adequar à capacidade de pagamento."


Para reportagem Completa: 
http://istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140925/mercado-imobiliario-como-trem-fantasma-diz-presidente-secovi-sp/192904.shtml




25/09 - Folha de São Paulo -   Setor imobiliário tem maior nível de estoque em dez anos; saiba onde estão



"Com 21.145 imóveis lançados e ainda à venda em São Paulo ao final do primeiro semestre, o setor imobiliário trabalha no maior nível de estoque em dez anos.
Para ajustar a oferta, as construtoras diminuem o ritmo de projetos e promovem ações promocionais. As chances de desconto aumentam em unidades há mais tempo à venda, já prontas para morar ou quase prontas.

No entanto, é preciso ter cautela e não fechar a negociação sem antes conhecer o entorno e todas as características do empreendimento.

Especialistas alertam que é comum as unidades que sobram terem vistas piores, serem em andares mais baixos ou voltadas para uma avenida mais barulhenta, por exemplo.
Esse especial vai mapear, em duas edições, empreendimentos em obra ou prontos, que são prioridade de venda das empresas e podem resultar em bom negócio.

A edição de hoje faz um raio-x das oportunidades em estoque nas zonas oeste e sul da capital paulista, além de Alphaville.

Nesta sexta-feira (26), será a vez das zonas norte, leste e centro de São Paulo, além da região do  ABCD."


24/09 - Processos contra construtoras em São Paulo aumentam 27 vezes em 5 anos - Uol Finanças


"Levantamento do escritório Tapai Advogados realizado com dados do Tribunal de Justiça de São Paulo mostra que os processos envolvendo construtoras aumentaram 27 vezes (2.567%) entre 2008 e 2013 na cidade de São Paulo. Em 2008, foram movidos 120 processos contra as construtoras. Em 2013, este número saltou para 3.200.

 No mesmo período, segundo dados do Secovi, o sindicato da Habitação do Estado de São Paulo, o número de lançamentos imobiliários na cidade recuou 0,8%, passando de 34.475 unidades lançadas em 2008 para 34.188 em 2013.

Até julho deste ano, o número de processos judicais na cidade atingiu 2.000, enquanto o número de unidades lançadas está em 12.333.

Ações judiciais crescem 2.567% em 5 anos
  • Processos
  •  
  • Lançamentos
  •  
  • 2008: 120
  •  
  • 2008: 34.475
  •  
  • 2013: 3.200
  •  
  • 2013: 34.188
Fonte: Secovi e Tapai Advogados (com dados do Tribunal de Justiça de São Paulo)

Segundo Marcelo Tapai, sócio do escritório e presidente do comitê de habitação da OAB/SP, esse aumento na demanda se deve, principalmente, ao boom imobiliário ocorrido nos últimos anos.

"Os números de hoje refletem o fato de que as incorporadoras venderam mais do que conseguiram produzir e agora não conseguem entregar", diz.

Ele afirma que, quando existem várias ofertas de imóveis semelhantes num mesmo lugar, a tendência é que todos igualem o prazo de entrega para não perder as vendas.

"As empresas fazem isso já sabendo que vão atrasar, mas contam que os consumidores não vão procurar a Justiça. Então acaba valendo a pena para elas", diz.

Segundo o advogado, cerca de 80% dos processos são motivados por atraso na obra, 10% por distrato (desistência do comprador de ficar com o imóvel) e o restante por motivos como defeitos na obra, cobrança de taxas abusivas e problemas no contrato.Ele estima que apenas 15% dos consumidores com problemas procurem o Judiciário. "

23/09 - Diário Catarinense - Consumidores se revoltam contra empresa imobiliária em Criciúma


"Informações do Ministério Público de Santa Catarina dão conta de que 8.801 pessoas foram lesadas por construtora

A comerciante Maria Helena Meis, de 44 anos, pagou R$ 160 mil à vista em julho de 2012 por um apartamento que deveria ser entregue ao final de 2013.

– Tem menos de 30% da obra construída. Não foi colocado um tijolo em dois anos. Ficou do mesmo jeito. Vou ter que gastar mais de R$ 100 mil para terminar – reclama.
Indignada, Maria Helena tomou a frente de um movimento de consumidores que se revoltaram contra a empresa. Organizados por meio do Facebook, em maio o grupo fez uma manifestação com faixas no portão da empresa, além de marcar reuniões com o Comitê Gestor de Crises e o advogado da construtora.Cooperativas habitacionais geram mais de mil vagas de emprego em SC

Na semana passada a Justiça proibiu a empresa Criciúma Construções Ltda de vender e fazer divulgação de imóveis dos condomínios Alameda Brasil, Vivendas de Barcelona, Moradas do Bosque e Ecovillage. A multa diária para caso de descumprimento é de R$ 2 mil. A penalidade é resultado de uma ação civil pública do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que alega prejuízo a 8.801 consumidores que teriam adquirido imóveis os quais ainda não foram entregue.

Além disso, foi determinado que os consumidores deixem de pagar as prestações até que a empresa entregue os imóveis ou apresente alguma garantia. Todo o patrimônio dos empreendimentos, inclusive os imóveis ainda não comercializados, foram bloqueados para eventual ressarcimento aos consumidores.

Até maio deste ano, dos 92 projetos da construtora, espalhados por 13 municípios catarinenses e dois gaúchos, apenas 45 estão em andamento – mas quase todos os prazos estão vencidos.

Diante da dificuldade em negociar com os credores, a Criciúma Construções decidiu instaurar um Comitê Gestor de Crise. Entretanto, a situação permaneceu a mesma por mais 60 dias, com a maioria das obras paradas e os prazos de entrega desrespeitados. Contatada pela reportagem, a empresa comunicou por meio de assessoria que o comitê foi desfeito e que informações mais precisas serão divulgadas ao final da próxima semana. "

Para reportagem completa: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2014/09/consumidores-se-revoltam-contra-empresa-imobiliaria-em-criciuma-4605462.html


22/09 - Zero Hora - Vendas caem 30% e construtoras freiam lançamentos de imóveis em Porto Alegre


"As vendas de imóveis novos caíram 33% no acumulado de janeiro a julho. No mesmo período, os lançamentos de unidades recuaram 63%. Os dados são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul. Mostram ainda que o estoque de imóveis também caiu.
Segundo o presidente da entidade, Ricardo Sessegolo, estão parados em estoque imóveis que são difíceis de vender, sem diferencial para o público. Sobre os preços, afirma que haverá uma estabilidade, mas que não vão cair na média. Mesmo com as construtoras fazendo feirões.
Sessegolo volta a reclamar do atraso na aprovação de novos empreendimentos na Prefeitura de Porto Alegre. Afirma que os projetos parados englobam cerca de 4 mil a 5 mil unidades.
Julho – Pior venda desde 2009
Em julho, foram vendidos apenas 156 imóveis novos em Porto Alegre. Conforme o histórico elaborado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, é o número mais baixo desde fevereiro de 2009."

Para reportagem completa: http://wp.clicrbs.com.br/acertodecontas/2014/09/22/vendas-caem-30-e-construtoras-freiam-lancamentos-de-imoveis-em-porto-alegre/?topo=52,1,1,,171,e171

Batalha de subúrbios: Colombes ou Brasilândia?





E aí Tio Patinha brazuinha, tudo certo?

Na comparação de hoje, eu trouxe dois imóveis bem diferentes, mas com uma coisa muito comum:
o preço.

As diferenças já começam na localização dos dois apartamentos. O primeiro deles está em 
La Garenne-Colombes. Um tradicional subúrbio de Paris, com uma população menor que cem mil habitantes. 

La Garenne-Colombes é um local que mantém sua estrutura clássica, com lindos prédios antigos, em comunhão com a tecnologia e construções novas. O eficiente sistema de transporte público é um dos grandes destaques.




Agora, Brasilândia, um bairro nobre de São Paulo com muitos investimentos, casas luxuosas e preços exorbitantes! Tirando a última parte, isso tudo é pura ilusão.

Brasilândia era uma região de sítios e fazendas que foi tomada por lotes irregulares durante o crescimento de São Paulo. O subúrbio brasileiro.

Ainda hoje, a população da região sofre com a falta de estrutura. O metrô deve chegar no bairro apenas em 2017 e as ruas pequenas estão cada vez mais lotadas de carros e sofrendo com a falta de planejamento do local.

Enquanto, na maioria das grandes cidades no exterior, os subúrbios são bairros que fogem da calamidade dos grades centros, oferecendo uma grande qualidade de vida. No Brasil, eles são bairros afastados que não recebem a mínima atenção do poder público e contam com os piores índices de qualidade de vida, segurança etc...




Regiões muito semelhantes (sic) para você investir suas doletas.

Agora, vamos voltar à Colombes.

Nós escolhemos um imóvel não tão barato no subúrbio, região de classe média alta nos arredores da cidade.

Um apartamento de um dormitório, com hall de entrada, um banheiro e num prédio luxuoso e com uma arquitetura que te fará se imaginar em um legítimo filme francês.

É um imóvel pequeno, mas em uma região de alto padrão da França! Esse imóvel está sendo vendido por 127.000 €. Convertendo pra nossa moeda, são cerca de R$390 mil reais.

O condomínio custa R$150 por mês.




Com toda a diferença entre os bairros, com o mesmo valor, na Brasilândia podemos comprar uma grande mansão, certo? Nada disso abestado (parafraseando nosso deputado).

Com R$390 mil na Brasilândia você consegue comprar um apartamento um pouco maior que este, com um quarto a mais.

O condomínio nesse apartamento brazuca é de R$515.






Será Brasilândia tão igual à Colombes para ter um apartamento com preço tão semelhante? E o condomínio, então?

Me ajude aí amigo endinheirado!



Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com




Fontes:
http://www.remax.com.ar/Appartement-Vente-Colombes-Hauts-de-Seine_370021001-150
http://aexemplar.com.br/imovel/index/descricao.php?id=324

Comprando uma bicicleta nos EUA e no Brasil

…35 bilhões, 36 bilhões, 37 bilhões…

Fala brazuquinha endinheirado. Estava aqui contando minhas doletas no cofre, mas parei pra trazer mais uma comparação para vocês.

Hoje, vamos falar de algo que está em pauta, principalmente em São Paulo.

As bicicletas!

Elas são apontadas como um dos principais meios de transporte pra quem não precisa se locomover grandes distancias.

A prefeitura de São Paulo tem tentado incentivar o uso com a ampliação das ciclovias e ciclofaixas, mas, em uma cidade cheia de altos e baixos (literalmente) como São Paulo, é preciso um bom equipamento pra poder enfrentar as ruas mais íngremes.

Como somos todos muito endinheirados e providos de grandes fortunas (sic), eu escolhi um modelo de bicicleta que é vendido no mercado americano e brasileiro para trazer pra vocês.

Escolhi a Rocky Mountain Vapor 27,5. Ela é uma bike para terrenos esburacados. Perfeita pras ruas do Brasil, né?

Aro grande para precisar dar menos pedaladas, 27 marchas para se adaptar a quase todas inclinações da cidade e quadro de alumínio para ficar ainda mais leve.



No mercado norte-americano, onde a economia não é tão evoluída quanto a nossa, esse modelo de bicicleta está sendo vendido por aproximadamente US$730.

Convertendo pra nosa moeda tupiniquim, é por volta de R$1.742.

Uma grande loja de materiais esportivos aqui na Terra de Vera Cruz tem esse mesmo modelo para vender e advinha…

Isso mesmo, tio Patinhas! Como somos ricos, com um preço bem maior.

A Rocky Moutain Vapor no Brasil está custando R$2.899.





Fazendo uma simples continha, o preço brasileiro é, aproximadamente, 66% mais caro que o americano.

Isso porque estamos falando de uma empresa que, teoricamente, vende mais barato na internet.

Em lojas físicas, o preço da bicicleta pode ser o dobro da cobrada lá fora.

Ainda bem que vivemos num país sem pobreza, cheio de gente rica. Assim, todos temos um fácil acesso às bikes...

Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Mercado imobiliário tem descasamento entre oferta e demanda – Samy Dana



"O marketing do mercado imobiliário preconiza anúncios crescentes dos preços dos imóveis ao longo do tempo para que o comprador de uma nova casa ou apartamento esteja sempre satisfeito com a valorização do seu bem.

Nenhum consumidor ficaria satisfeito se comprasse um imóvel na planta por um valor e, no mês seguinte, o preço das unidades restantes caísse 10%, mesmo que a título de promoção.

No momento atual, no entanto, é possível que muitos compradores e investidores estejam começando a ficar decepcionados. A quantidade de leilões de imóveis no mercado não para de aumentar, e os descontos estão se multiplicando rapidamente e em escalas cada vez maiores, podendo chegar a até 45%.

Fala-se muito que ainda há demanda por imóveis e que tais descontos não são indicativos de queda de preços. O problema não está na demanda, mas no valor praticado, que no momento ainda é muito alto.

O que se detecta hoje é um descasamento entre oferta e demanda. O público já não considera mais viável pagar tão caro e acaba forçando os preços para baixo. Como consequência, surgem os descontos. Afinal, oferecer um imóvel supostamente de R$ 1 milhão por R$ 800 mil possui um apelo muito maior do que simplesmente anunciá-lo a R$ 800 mil.

Não é a primeira vez que o tema é abordado nesta coluna e as críticas são frequentes. A principal alegação é que, segundo muitos índices, os preços não desceram. Esquece-se, contudo, de que tais índices não são capazes de mostrar a tendência correta do mercado por não levarem em conta os descontos aplicados, pois captam apenas os valores anunciados, não o preço do negócio fechado.

Todas as informações indicam que o momento é de desaquecimento. Dados do Secovi-SP mostram que o metro quadrado do imóvel novo na cidade de São Paulo acumula apenas 2,31% de alta no ano até o mês de julho, não ultrapassando nem mesmo a inflação, que chegou a 3,76% nesse período.

Ainda segundo o Secovi, a venda de imóveis novos em São Paulo caiu 31,3% no mês de julho e já acumula 48,9% de queda no ano, o que ratifica que a demanda está se enfraquecendo.

Para finalizar, cabe o questionamento: se o mercado estivesse realmente a todo o vapor, por que um imóvel de R$ 1 milhão seria vendido por um profissional especializado a preços tão reduzidos? Vale refletir."

Fonte: Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carodinheiro/2014/09/1519714-mercado-imobiliario-tem-descasamento-entre-oferta-e-demanda.shtml

Comparando a gasolina do Brasil com o restante do mundo

Pessoal,

Hoje é um post extra...

O tema é interessante, então vamos lá:

Uma das maiores petrolíferas do mundo pertence ao povo tupiniquim. Nada mais normal do que termos os menores preços de gasolina e energia oriundas do petróleo no mundo, certo? ERRADO!

O Brasil tem a 36ª sexta gasolina mais cara do globo terrestre em comparação com outros 60 países. Mas, nós também ocupamos o topo de uma lista: a de maior aumento nos preços.

Enquanto nós, donos do pré-sal e da Petrobrás, pagamos cerca de R$3,30 no litro (isso em grandes capitais, em cidades menores pode ser muito mais), o mesmo litro custa por volta de R$1,87 nos Estados Unidos .

Países como África do Sul, Paquistão, Nigéria, Malásia e Irã, por exemplo, têm preços muito mais baixos na gasolina do que o Brasil.





Não bastasse os valores exorbitantes que pagamos em nossos carros de magnatas, ainda pagamos um preço abusivo para uma substância que produzimos. Sem contar que, constantemente, o governo autoriza o aumento da quantidade de álcool na gasolina que consumimos.

Como se já não fosse absurda essa diferença por si só, fica ainda mais revoltante quando analisamos com outro país da América do Sul. A Venezuela, também grande exportadora de petróleo, é o país com menor preço do levantamento, cerca de R$0,02 o litro.

Não, você não leu errado. É isso mesmo: DOIS CENTAVOS o litro da gasolina na Venezuela.

Enquanto exportamos petróleo para o mundo todo, pagamos uma das gasolinas mais caras do mundo. Com certeza, estamos ricos!


Olhem o gráfico abaixo, ele é bem interessante!!

Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com




Uma casa em Cosmos no Rio ou um apartamento na Holanda?





FAAALAAA meu amigo brazuquinha que anda com os bolsos transbordando de moedas internacionais!

Já que o Braziuu não mostra sua cara, eu voltei em mais um texto pra mostrar quem paga pra gente ficar assim, parafraseando Cazuza.

E advinha quem é?

NÓS! Os brasileiros otários.

Nós que pagamos, e não pagamos pouco!

 Pra mostrar isso, trouxe mais uma comparação de casas para vermos como anda este mercado imobiliário mais do que inflado nesta terra de pau brasil.

Cosmos, no Rio de Janeiro, e Rotterdam, na Holanda, têm algo comum. E não estou falando da qualidade de vida, das belezas e infraestrutura, o que estes dois lugares têm em comum é o valor dos imóveis anunciados na internet.

Vamos à comparação?

Hoje, eu escolhi uma uma casa em Cosmos, bairro afastado do Rio de Janeiro com o 110º IDH entre as 126 regiões da cidade,

Uma humilde residência (como citei Cazuza no começo, não custa avisar a você, brazuquinha endinheirado, que não estou fazendo referência à música pseudosertaneja) com duas suítes, sala, banheiro social, quintal e laje pronta pra se você quiser levantar mais um andar.

Vamos dar uma olhadinha nas fotos dessa casa?











Alguns vazamentos na parede, muro não finalizado, portas e janelas antigas.

Este baita dum investimento no Rio de Janeiro está custando a bagatela de R$180 mil. Uma verdadeira pechincha!

O que acha disto, billionaire?


Com este mesmo investimento, sabe o que você conseguiria comprar na Holanda?

Eu achei esse aconchegante apartamento em Rotterdam, segunda maior cidade dos Países Baixos, atrás somente de Amsterdam. Ela é famosa por ser a cidade mais moderna da Holanda e com lindas construções arquitetônicas.


Pelas mesmas cento e oitenta mil dilmetas, nós conseguiríamos comprar esse lindo apartamento de 60m² com dois quartos.

Olhem as fotinhos:









Enquanto à casa brasileira peca no acabamento, o apê holandês tem um design moderno e elegante.

Fica até difícil escolher qual comprar, né? É… Na verdade, não fica não...



Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com


Fontes:
http://www.remax.pt/Appartement-Te-Koop-ROTTERDAM_80741001-359
http://rj.bomnegocio.com/rio-de-janeiro-e-regiao/imoveis/otima-oportunidade-em-cosmos-2-quartos-com-suite-39663780

Valorização excessiva do imóvel faz compradores cancelarem os negócios - Infomoney



"Nos primeiros oito meses de 2014 houve a elevação de 28% nos casos de desistência na aquisição da casa própria, segundo um levantamento realizado pela AMSPA (Associação dos Mutuários de São
Paulo e Adjacências).

Um dos motivos que estão levando os compradores a rescindirem o contrato é devido o aumento do valor do imóvel por conta da correção do saldo devedor, que durante a obra é feito pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

O índice tem a finalidade de apurar a evolução dos custos dos materiais usados nas construções habitacionais e é utilizado para corrigir as prestações do imóvel ainda na planta.

Em 2013, a variação acumulada foi de 8,09% e, nos primeiros sete meses deste ano, a alta foi de 5,97%.

Muitos consumidores estão sendo pego de surpresa com a valorização da moradia no momento de fazer o financiamento. Com isso, muitos dos adquirentes estão desistindo do negócio.

Para reportagem completa: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/3579137/valorizacao-excessiva-imovel-faz-compradores-cancelarem-negocios

Comparando um notebook vendido no Brasil com o preço americano



Como vai meu amigo magnata?

Usando seus mirréis para comprar grandes investimentos imobiliários nas periferias brasileiras?

Hoje, vamos mudar um pouco a pauta e falar sobre tecnologia.

Muitas pessoas precisam de um bom computador para trabalhar, inclusive nosso leitor Fernando que sugeriu essa pauta.

Um notebook com uma boa configuração é necessário pra muitos profissionais brasileiros que não ganham nenhuma grande fortuna, mas que são milionários de acordo com os valores do mercado brasileiro.

Um exemplo:



Esse “not” com processador Intel Core i7-4700MQ, tela 15.6" LED Full HD, 8GB de memória RAM e 1TB de HD da Lenovo não é nada mal para quem precisa de um equipamento pouco melhor, né?

Uma bagatela que não custa nada mais do que R$9.990,00!



Uma pechincha para nós que ganhamos milhões de doletas por hora de trabalho.

Esse precinho promocional é no site da própria marca, que segundo o que está escrito é um valor promocional.

O preço original desse notebook seria R$14.719,00. Uma grande oportunidade para economizar mais de quatro mil reais.

Mas, se você quiser economizar mais alguns milhares de cifras, o negócio é ir comprar o mesmo notebook no exterior.

Na terra do Tio Sam, esse equipamento, também no site da marca, está custando US$1.329,00.

Convertendo para reais fica R$3.109,20

Ou seja, você consegue pagar as passagens até a gringolândia, o hotel, a comida e ainda trazer o notezinho pelo mesmo preço!!



O valor PROMOCIONAL vendido no Brasil é quase sete mil reais mais caro que o preço original do mercado americano.

O governo brasileiro é culturalmente fechado ao investimento em tecnologia e as empresas que chegam ao Brasil veem aqui uma grande oportunidade de lucrar com preços abusivos sempre culpando os impostos, apesar de o setor de informática ter incentivos fiscais!!

Um grande exemplo disto é o valor dos videogame PS4 e Xbox One que foram comercializados na mesma faixa de preço nos EUA, mas um chegou por aqui pelo dobro do preço do outro.

Enquanto não tivermos um melhor acesso às tecnologias, estaremos sempre entre os subdesenvolvidos, infelizmente... a tecnologia agrega valor ao nosso produto...

Mas, o importante é que continuamos sendo um país rico - ou não - com um dos maiores custos de vida.

VIVA AO BRAZIUUUU!!!


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com


Fontes:

http://shop.lenovo.com/br/pt/laptops/thinkpad/w-series/w540/

http://shop.lenovo.com/us/en/laptops/thinkpad/w-series/w540/