Reflexos do estouro lento / rápido de uma bolha imobiliária




Pessoal,

Esse artigo vi lá no www.bolhaimobiliaria.com.

É muito interessante, quem gosta do assunto vale a pena ler!!

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A bolha imobiliária brasileira – Um argumento moral – EPL Minas

Em meados da década de 80, o sociólogo francês Guy Sorman rodou o mundo conversando com intelectuais de variadas nacionalidades sobre os paradigmas do pensamento liberal para o fim do século XX. Essa série de diálogos deu base para diversos ensaios que compõem seu livro A Solução Liberal.
Foi em um Pub em Warehan, pequena cidade da Inglaterra, que Sorman encontrou com Michael Oakshott, importante filósofo do movimento conservador britânico no século XX e pouco conhecido fora de seu país. Travaram um interessante debate sobre a postura conservadora moderna, os rumos da economia da Europa e a evolução das idéias intervencionistas no mundo. Oakshott fez uma reflexão sobre a influência da inflação na sociedade que marcou Sorman. Nas palavras do próprio:
“Aos olhos de Oakshott, foi a inflação que, arruinando os poupadores, conduziu o Estado a substituir os indivíduos. Sem inflação, cada um poderia capitalizar a própria aposentadoria e os próprios seguros sociais. Com a inflação, a garantia do Estado se torna indispensável. Para Oakshott, a inflação é, portanto, o fundamento do Estado-providência, do social-estatismo” [1]
O trunfo de Michael Oakshott foi conseguir enxergar o problema da inflação além do tecnicismo econômico e vislumbrar os desacertos sociais que uma política monetária irresponsável pode causar. Foi trazer um argumento moral, além das análises de externalidades negativas e da visão racionalista que cega alguns liberais e notar como a intervenção estatal pode mudar as atitudes, os valores e a cultura das pessoas.
É nesse ponto em que o liberalismo remonta as idéias que o forjaram e evoca a importância da prudência, da ação histórica, da tradição, da confiança no indivíduo, de elementos que formam um solo fértil onde o capitalismo laisse-faire floresce[2].
Exemplos de como uma medida de governo podem influenciar a mentalidade de uma nação não faltam no Brasil. A imponente força tributária e regulatória, que empurra empreendedores para a ilegalidade, é um exemplo marcante. Os empresários, e a sociedade no geral, passam a entender que a única forma de gerar e acumular riqueza é através do rompimento de normas, leis e contratos.
No entanto, pretendo analisar outro fenômeno: A suposta bolha imobiliária brasileira.
A população brasileira assistiu nos últimos anos um aumento expressivo no preço dos imóveis residenciais e comerciais. A evolução de preços foi bastante superior ao aumento de renda da população. É consenso entre os economistas sérios que o motivo principal da elevação insustentável dos preços dos imóveis foi o franco aumento do crédito de bancos públicos e privados, via expansão monetária e queda de juros na base da canetada, que se iniciou em 2003 e se intensificou em idos de 2006. Os gráficos abaixo ilustram o cenário:
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Fonte: Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP)
É fácil notar a influência da expansão de crédito na evolução dos preços dos imóveis. Isso aconteceu pois o dinheiro ficou barato. Bastou unir consumidores e empresas fartas de crédito com a vontade natural de aferir lucros exorbitantes em épocas de bonança, para que os preços fossem se elevando de acordo com a quantidade de dinheiro na mão dos clientes ávidos em adquirir imóveis para morar ou investir. Simples lei de oferta e demanda: muitas pessoas querendo comprar, imóveis em quantidade limitadas, preço aumentando progressivamente buscando um equilíbrio que nunca chegava, já que a máquina de imprimir dinheiro não cessava e os bancos relaxavam o controle dos financiamentos.

Para mais detalhes recomendo esse artigo de Leandro Roque para o Instituto Mises, que disseca com precisão o início da bolha imobiliária no Brasil.
O fato está dado: Os preços dos imóveis estão altos. Agora os economistas, especialistas no setor e palpiteiros estão divididos em dois times: os que acreditam que essa bolha estoura de forma rápida nos próximos anos; e os que crêem que a queda de preços vem de forma lenta e gradual, com o valor dos imóveis sendo corroídos pela inflação ao decorrer dos anos.
Usando da visão de Oakshott, mas sem sua elegância britânica, provoco: as formas com que os preços dos imóveis vão voltar para patamares civilizados são o que menos importa. Todas vão influenciar severamente na sociedade brasileira.
Analisemos cada caso:

Se a bolha estourar rapidamente:

Se o preço dos imóveis cair de forma abrupta, como na bolha imobiliária espanhola, diversos empreendimentos serão liquidados e/ou fechados, os bancos serão profundamente afetados, quem comprou imóveis nos últimos anos vai ver seu patrimônio derretendo e uma dívida grande para ainda ser paga num longo prazo. Rompimentos de contratos por todos os lados e fila de desemprego aumentando. Em outras palavras: Riqueza e poupança sendo destruídas, mais descrença sobre o funcionamento do capitalismo, mais cidadãos vulneráveis e pobres, famílias desestruturadas, empresas influentes sendo resgatadas com recursos públicos. O remédio: mais intervenções, mais Estado, menos liberdade.

Se a bolha estourar lentamente:

Se o preço dos imóveis caírem de forma lenta pela influência da inflação (ou pior, se o volume crédito for o suficiente pra aumentar o preço de forma que ele acompanhe a inflação) as famílias vão ter cada vez mais dificuldades de comprar seus imóveis. Vão se endividar por longos prazos para adquirir imóveis de baixa qualidade, comprometendo suas rendas e impossibilitando a formação de poupanças. Se assim ocorrer, o elevado preço dos imóveis vai condenar uma geração de jovens a morar com seus pais até alta idade, quando conseguirão sair de casa e formarem suas famílias, que também poderão morar em cubículos de baixa qualidade, se tiverem sorte. Em termos gerais: cidadãos vulneráveis e pobres, com famílias pouco numerosas e frágeis, endividadas e com pouca poupança, sem capacidade de financiar investimentos que possam garantir uma saudável aposentadoria. Indivíduos completamente dependentes de um Estado-babá para viver. A solução para resolver tais problemas, na ótica dos governantes, só pode ser mais intervenções, mais Estado, menos liberdade.
Ainda assim, vale lembrar que as crises financeiras depois do século XIX foram marcadas por um nefasto roteiro: A crise acontece e começa com uma severa atuação do Estado na possível correção dos erros do livre mercado, que gera em novas distorções na economia, que gera a próxima crise e assim se dá a economia moderna [3].
Nessas circunstâncias, como não lembrar do sábio Gyula Krúdy, escritor húngaro:
“A gente só precisa dar o primeiro passo no caminho da decadência, o segundo parece natural”.
O Estado, sempre bem intencionado ao fomentar o crescimento e a distribuição de renda, cria um ambiente que desestimula a prudência nos investimentos e a acumulação de riqueza e ainda sim deturpa a noção de responsabilidade individual. Interferindo na dinâmica social compromete o bem-estar e a autonomia das famílias (vale lembrar da recente proibição de comerciais para o público infantil e a polêmica lei da palmada), gera desigualdade ao alocar recursos de forma equivocada e condena gerações futuras a pagar pelos erros de gerações anteriores. Suas ações criam como efeito uma atmosfera que impede a saudável continuidade cultural, a formação de uma tradição sólida através da escolha livre de indivíduos e pavimenta o caminho da servidão.

Notas:
[1] A Solução Liberal- Guy Sorman, Pag.96 – Editora José Olympio – RJ/1987
[2] A literatura sobre a relação entre cultura e desenvolvimento é farta. Ver, por exemplo, A cultura importa – Os valores de definem o progresso humano – Organização: Lawrence E. Harrison e Samuel P. Huntington – Editora Record 2002.
[3] Ver O Fim do FED – Ron Paul – Editora É Realizações – SP/2009

Vamos comparar um carro chinês? Lifan 530!




Oi, amiguinho endinheirado!

Você já viu o número de carros chineses que invadiram as ruas da terra do pau-brasil nos últimos anos??? Isso aconteceu por serem carros muito mais acessíveis ao bolso dos milionários brazuquinhas.

Apesar de chegarem aqui por um preço bem melhor que o de seus concorrentes, advinha o que acontece?

ISSO MESMO. Pagamos muito mais caro que os gringos lá de fora.

Eu trouxe mais uma comparação e escolhi o Lifan 530 para mostrar essa grande diferença. Um carro bem famoso e que está fazendo sucesso entre os sedans.

Aqui no Brasil, o Lifan 530 não é bem um chinês. Ele é produzido em Montevidéu, mas pertence à montadora chinesa.

Um sedan médio com motor com comando variável de válvulas, central multimídia com GPS, freio a disco nas quatro rodas, direção elétrica e luzes diurnas de LEDs. Parece até equipamento de carro de luxo, né?


Mas não é! Na verdade, é um carro que custa R$42.490.

Mas, calma lá grande milionário brazuquinha.

Não vá correndo comprar. Antes, presta atenção em nossa comparação de preços!

Esse modelo que está sendo vendido aqui na terra brasilis por R$42.490 é a versão mais luxuosa do Lifan 530 e conta com todos os equipamentos que eu citei ali em cima.

Mas, lá na terra da montadora, ele é muito mais barato.

Na China, o Lifan 530 está custando 69.800 Yuans. Convertendo pro real brasileiro, é por volta de R$28 mil neste carro cheio de acessórios.

Na versão mais simples do Lifan 530, ele só perde a plataforma multimídia e os faróis diurnos de LED. Aqui na terra de gente rica e milionária, ele custa R$38,990.

Já lá na terra dos olhinhos fechados, o valor deste carro está 51.800 Yuans.

Convertendo pra moeda do Zé Carioca, que paga muito mais caro que o Tio Patinhas, é cerca de R$21 mil reais neste sedan zero. quase metade do preço do nosso...

Viu como até quando pagamos baratos estamos pagando caro? Típica atitude de gente rica!

Fonte:

Preços de imóveis na Zona Sul começam a cair – Veja Rio

Fonte: http://vejario.abril.com.br/materia/cidade/mercado-imobiliario-imoveis-precos-venda-aluguel


"Por cinco anos, o empresário Marcelo Ricardo Roza, de 36 anos, acalentou o sonho da casa própria. Pagou religiosamente, mês a mês, as prestações de um consórcio imobiliário com o objetivo de reunir recursos para comprar um bom apartamento de dois quartos em Ipanema, no Jardim Botânico ou em uma rua tranquila de Copacabana. Quando conseguiu juntar as economias para dar um lance robusto e resgatar um crédito no valor de cerca de 1,2 milhão de reais, ele tomou, entretanto, uma decisão paradoxal: resolveu deixar o dinheiro aplicado no banco e adiar os planos. “Os valores estão fora de controle. Resolvi esperar o setor se acalmar e ver o que vai acontecer antes de fechar qualquer negócio”, conta. O caso de Marcelo é um retrato fiel das incertezas que rondam o mercado imobiliário carioca, um segmento que nos últimos quatro anos experimentou uma explosão nas vendas, com preços estratosféricos e escassez de opções. Hoje, o que não faltam são indicadores de que a euforia do passado deu lugar à desconfiança sobre o que é especulação e o que é real ao se estipular valor às propriedades. Na dúvida, os potenciais compradores estão preferindo esperar. “O consumidor está mais cauteloso, enquanto o mercado ainda busca um ponto de equilíbrio. Em vários bairros do Rio já ocorrem ajustes e em outros há até queda de preços”, observa o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice Fipe Zap, que calcula o valor médio do metro quadrado em vinte cidades brasileiras com base em pesquisas em anúncios imobiliários.

O empresário Roza, ao decidir continuar morando em um imóvel da família até que a situação se estabilize, não está sozinho em seu raciocínio. A escalada vertiginosa de preços que havia dominado os bairros nobres da cidade perdeu muito do ímpeto de três, quatro anos atrás. Exemplos como os de apartamentos que tinham seu valor multiplicado por até quatro vezes, como ocorreu em propriedades da região de Ipanema, não condizem mais com a realidade do mercado. Também são parte do passado as transações em que as cifras envolvidas eram fixadas com base unicamente na vontade dos proprietários e locatários. Um levantamento feito pelo Sindicato da Habitação (Secovi Rio) em nove bairros da Zona Sul demonstra com números que a farra dos preços arbitrários e valorizações excessivas chegou ao fim. Enquanto de agosto de 2010 a agosto de 2011 o valor do metro quadrado de um três-quartos no Leblon aumentou 34%, o do mesmo padrão de apartamento subiu em torno de 7% entre agosto de 2013 e agosto de 2014. Na locação de imóveis, a freada nos reajustes foi ainda mais acentuada. Nesse bairro, os apartamentos de três quartos, que tiveram o aluguel aumentado em 12,4% entre 2010 e 2011, apresentaram redução de 2% no valor da locação em 2013 e 2014 (veja a tabela na pág. 30). “O mercado está travado. A tendência é que ele siga uma valorização pautada pelo índice de inflação, ou seja, volte à normalidade”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio. Professor de finanças da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Samy Dana é mais radical: “Os imóveis no Rio alcançaram valores insustentáveis. Até 2016 a queda pode chegar a 30%”.


grafico

A profusão de placas de “vende-se” e “aluga-se” na fachada de prédios em endereços nobres é o sintoma mais visível das mudanças no mercado. Até bem pouco tempo atrás, eram comuns as filas de espera de compradores e inquilinos nesses locais. Hoje, já há mais imóveis do que interessados, fato atestado por dados do site de locação e venda Zap Imóveis. Levantamento realizado por VEJA RIO nos últimos quatro meses mostra que a oferta de venda cresceu em nove de onze bairros da Zona Sul. Só na Gávea e na Urca, bairros marcados pela pouca disponibilidade de imóveis nessa situação, o acréscimo foi de 35% e 23%, respectivamente. O setor de locação passa por um momento semelhante. Em toda a capital, no mesmo período, o número de endereços à espera de inquilinos subiu 18%. O Índice Fipe Zap confirma o marasmo que atinge o setor: depois de meses de estabilização, o aluguel de apartamentos em todo o Rio caiu 0,5% em setembro. A migração de locatários da Zona Sul para as zonas Norte e Oeste e a redução da procura de apartamentos para executivos estrangeiros, sobretudo da área petrolífera, contribuí­ram para a mudança. Vários imóveis que estavam à venda e não encontraram compradores também foram desovados nesse mercado. “O Rio tinha em média 2 000 unidades para alugar. O número dobrou”, afirma Edison Parente Neto, vice-presidente da Imobiliária Renascença, líder em locação na cidade.

A palavra de ordem agora é negociar, tanto na compra e venda quanto no aluguel. O mercado vem registrando descontos entre 10% e 20% com relação aos valores anunciados. É uma nova realidade que a representante comercial Maria do Carmo Feitosa, de 70 anos, sente na pele. Há oito meses, ela tenta alugar um apartamento de dois quartos mobiliados, em Ipanema. Anunciou por 5 000 reais, mas diante da falta de propostas está disposta a baixar para 4 500 reais ou, quem sabe, até menos. “Antes o apartamento não ficava uma semana vazio. Quando estava para ser liberado, já havia interessados”, lembra. Na outra ponta dessa queda de braço, há quem se beneficie da grande oferta. Depois de uma temporada morando fora do país, o estudante de arquitetura Rodolfo Florentino, de 23 anos, decidiu que era hora de deixar a casa dos pais. Com mais dois amigos, passou a procurar um imóvel com três dormitórios em Copacabana. O preço dos aluguéis variava de 5 000 a 6 000 reais. Acabou encontrando um proprietário que pedia 4 500 reais e ainda conseguiu um desconto de 350 reais. “Hoje está mais fácil negociar. O proprietário que não ceder correrá o risco de ficar com o imóvel encalhado”, comenta.
grafico2

Uma conjunção de fatores impulsionou a pujança sem precedentes vivida pelo mercado imobiliário brasileiro, em especial o do Rio. A estabilidade da moeda e a melhora na renda da população levaram muita gente a ter pela primeira vez chances reais de comprar a casa própria. Somados à demanda reprimida, os prazos de financiamento mais elásticos e os juros mais baixos fizeram explodir as vendas. A reboque, ocorreu uma valorização exorbitante das propriedades. Como se não bastassem esses ingredientes, a efervescência imobiliária no Rio foi potencializada pela realização da Copa neste ano e da Olimpíada em 2016 — o que desencadeou uma série de investimentos em segurança, infraestrutura e mobilidade urbana. “Foi um período muito atípico. Dificilmente veremos de novo uma combinação tão favorável”, avalia Lucy Dobbin, diretora operacional da Júlio Bogoricin. O que se percebe agora é que, além da acomodação real dos preços, a renda dos brasileiros já não avança no mesmo ritmo de antes e os juros do setor, que chegaram a 7% ao ano, já estão na faixa dos 10%. A perspectiva pouco animadora da economia do país acrescenta um componente extra às incertezas.
Embora o frenesi imobiliário vivido nos últimos anos não espelhe mais a realidade, o Rio ainda ostenta os preços mais altos do país. Só para se ter uma ideia, o valor do metro quadrado de um imóvel de três quartos em Ipanema se mantém na faixa dos 20 000 reais. O de um quatro-quartos no Leblon gira em torno de 25 000 reais. Muitos investidores de ocasião, é inegável, tiraram proveito desse superaquecimento do mercado. Mas o oba-oba acabou, garantem os analistas. O mercado não comporta mais gente especulando e lucrando com isso. Para quem sonha ter um ganho-relâmpago de capital, o melhor é escolher outro investimento. “O cenário mudou. Antes você punha um anúncio e recebia nove, dez ligações. Hoje não passam de duas”, diz Roland Jardim, da RJardim Imóveis. O prazo médio de venda aumentou significativamente. Enquanto algumas unidades eram negociadas quase de imediato, a demora atual é de mais de um ano. O analista de tecnologia da informação (TI) Cláudio Menezes da Silva, de 51 anos, sabe muito bem o que é isso. Desde novembro passado, tenta vender um três-quartos no Leme. Começou pedindo 1,45 milhão de reais e já reduziu 100 000 reais no valor. Sua intenção é adquirir dois imóveis menores, um para investir e o outro para a mãe, em Botafogo. “O meu alento é que, se o preço do meu apartamento está caindo, o valor dos que pretendo comprar deve seguir o mesmo caminho”, pondera. Uma realidade impensável pouco tempo atrás"

Já pensou em falar mal do antigo condomínio??

Renato... leitor assíduo do blog pediu pra eu abrir esse espaço para ele, como achei a ideia legal... lá vai:


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Brasileiro rico se diverte muito. São tantas distrações… você acabou de alugar ou comprar um imóvel e já se encanta com o salto da vizinha hiperativa do apartamento de cima, logo depois vem o som grave do home theater do vizinho do lado e em seu momento de descanso, descobre que a vizinha de baixo vai para a praia e deixa seu lindo cachorrinho latindo o fim de semana inteiro.


Nada disso poderia te deixar mais feliz que o seu quarto, que está sempre fresquinho no verão, certo? A cozinha é grande, o banheiro é bonito, o isolamento acústico é um sonho de consumo e, pelo valor que você paga de condomínio, a área de lazer tem quadra poliesportiva, brinquedos para a criançada e uma piscina quentinha e funcionando, certo?


Não? Então pode ter chegado a hora de mudar. Mas como saber se você não vai ter os mesmos problemas e desvantagens no próximo imóvel que você vai alugar ou comprar?


Recentemente lançado, o site jamorei.com chegou para valorizar o seu dinheiro - de verdade! Usando os serviços de cadastro e pesquisa de imóveis do Já Morei será possível fazer negociações mais seguras, justas e transparentes, pois você pode contar com avaliacões de imóveis feitas por ex-moradores.


Acesse o site, avalie todos os imóveis em que você já morou e ajude outras pessoas a encontrarem o lar ideal. Hoje você ajuda outras pessoas, amanhã as avaliações de outras pessoas podem te ajudar também.


Agora você já sabe, antes de alugar sua próxima mansão, pesquise no site se algum outro milionário já viveu lá e quais suas opiniões a respeito do bairro, do condomínio e do imóvel. Quem sabe nessa você fecha um super negócio e ainda sobra um troco para comprar um jatinho?


Já Morei.com - Avaliações de quem já morou, segurança e economia para quem quer morar.

O abusivo preço das taxas de conveniência no Brasil



E aí, amiguinho brazuquinha?

Tudo certo? Voltei hoje pra falar sobre um tema que foi discutido aqui há pouco tempo.

LAZER E CULTURA!

Há alguns dias, comparei os valores dos ingressos da Tomorrowland Brasil com as outras edições. Hoje, falarei de outro tema bem parecido:

As taxas de conveniência na compra de ingressos.

Sempre que um artista internacional vem para o Brasil é a mesma coisa. Primeiro uma grande comoção, depois decepção com os altos valores e, por fim, uma corrida para conseguir comprar.

Mas, a taxa de conveniência é sempre esquecida e só pensada na última hora, a de pagar. Podemos pagar mais caro, afinal somos todos brazuquinhas milionários, né?

Vamos a um exemplo?

A banda Foo Fighters virá para o Brasil em breve e os ingressos foram vendidos pela Ticket For Fun na internet. Vamos colocar aqui que compraríamos o ingresso de R$ 600. Escolhi o mais caro de todos porque estamos ricos e não fará falta em nosso orçamento, certo?

Para evitar filas, transtornos etc. você decide comprar o ingresso pela internet. Afinal, é muito mais fácil e exige uma menor estrutura da operadora. Poderia ser até mais barato. #SQN

Você ainda precisa pagar uma pequena taxa de conveniência de 20%. Ou seja, R$120 para poder comprar seu ingresso de casa.

E não é só isso. Você ainda tem que pagar R$8 de taxa de impressão.

PAGAR PARA IMPRIMIR NA SUA CASA, COM SUA IMPRESSORA, GASTANDO A SUA TINTA!

E se você acha que é besteira escrever sobre esse tipo de problema. Vamos falar de uma forma de lazer muito mais simples: CINEMA.

Vamos supor que você tem um mini milionário, filho, e deseja ir com ele e sua mulher endinheirada ao cinema. Para evitar filas, você compra o ingresso antecipadamente pela internet.

São R$19,50 o ingresso inteiro e R$9,75 para a criança. Serão R$48,75 para um passeio em família. Nada mal.

Mas, aí, entram as taxas de conveniência. Cada ingresso, independentemente do valor, tem uma taxa de serviço de R$3,61. Isso equivale a 18,5% do ingresso inteiro e 37% da meia-entrada.

Além dos R$48,75 dos ingresso, você ainda precisa pagar R$10,83 de serviço. O equivalente a 22% do preço total dos ingressos.

Com esses preços e taxas fica bem difícil ter acesso à lazer e cultura!

Só isso já era suficiente para nossa indignação... MAS...

resolvi ir para a gringolândia, e ... percebi que a Ticketmaster, uma das maiores empresas de venda de tickets online... com filiais em diversos paíes... cobra na maioria dos casos NADA pela taxa de venda de ingresso. Isso mesmo!! Na maioria das modalidades ela libera um e-ticket sem taxa nenhuma!!!!!!!!!



Gringos sem classe! Não pagam nada pelas taxas de serviço, não sabem o que é chiqueza!!!


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte:




Mercado de imóveis do Rio pisa no freio e registra descontos entre 10% e 20% - O GLOBO


 Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/imoveis/mercado-de-imoveis-do-rio-pisa-no-freio-registra-descontos-entre-10-20-14239488

"RIO — Um ano de muitos eventos, preços atingindo o teto e crescimento da oferta de imóveis no mercado do Rio estão levando imobiliárias e construtoras a estarem mais abertas para negociar. E isso pode significar descontos entre 10% e 20% no preço final da compra, seja de novos ou usados. Para Rogério Quintanilha, gerente-geral de vendas da Apsa, o setor no Rio de Janeiro não se beneficiou tanto quanto esperava com a realização dos eventos esportivos, nem com a indústria de extração de óleo e gás.
— O consumidor está aumentando o tempo de análise de compra. As Olimpíadas continuam movimentado a cidade em termos de renda, mas quem compra imóvel começa a ter uma visão de médio e longo prazos. Há uma percepção de aumento do desemprego, então, o endividamento extenso faz com que pessoas pensem mais. O processo eleitoral também afeta. Alguns esperam o resultado para decidir sobre a compra. O mercado veio com expectativa muito grande de aumento e estes valores ficaram muito acima da realidade. Agora, as negociações levam a redução de preços entre 10% e 20%.
Na linha de que a questão do preço varia conforme a oferta e procura, o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do
Mercado Imobiliário (Ademi), João Paulo Matos, explica, entretanto, que, mesmo com negociações mais flexíveis, pode haver regiões mais supervalorizadas ou superofertadas. Em seu ponto de vista, 2014 tem sido um ano atípico, por conta dos vários eventos que a capital recebe, o que resulta em um desaquecimento.
— O mercado veio crescendo muito forte nos anos anteriores e, agora, se deparou com vários eventos atípicos: carnaval em março, feriados em abril, Copa do Mundo e eleições. Tudo isso fez com que o mercado ficasse mais devagar. Claro, afeta o setor e pode levar as construtoras a darem descontos. Mas o setor vai voltar ao ritmo após as eleições — aposta Matos.
Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio) e presidente da Apsa, concorda: diz que desaquecimento não significa queda de preços direta generalizada, mas, sim, uma possibilidade maior de negociação, que pode resultar nestes descontos:
— Chegamos a um patamar de preço máximo. Nos últimos 12 meses, percebe-se a acomodação. Os preços não caíram, mas há uma maior flexibilidade. Como tem mais ofertas que demanda no mercado, as
pessoas estão analisando mais. As construtoras passaram a ter mais estoque e a fazer mais promoções com imóveis na planta. É a lei de oferta e demanda que regula o mercado.

A acomodação já vem sendo observada nos últimos resultados do Índice FipeZap, que calcula o valor médio do metro quadrado anunciado de 16 cidades brasileiras. Segundo economista da Fipe, Bruno Oliva, as variações mensais do último FipeZap de Rio e São Paulo, ambos de 0,4%, apresentam uma tendência de acomodação no país, que deve continuar. Oliva ressalta, entretanto, que os preços não vão cair de uma hora para outra:
— É um esfriamento natural, após o forte aquecimento que o mercado teve."

Você sabe quanto custa um Polo Hatch na Itália?



E aí meu amigo brazuquinha. Tudo certo com suas doletas?

Hoje, eu voltei com mais uma comparação indicada por leitores do nosso site que andam dando rolézinhos nas "oropa".

Olhem só a imagem que eles encontraram: o o Volkswagen Polo lá na Itália. E a adivinha o precinho do carango??? 



Isso mesmo!! Você não leu errado, o preço lá está 10.900 EUROS!! Convertendo para nossa moeda pau-brasil, são aproximadamente R$ 33.000 no novo Volkswagen Polo. Um precinho que dá até gosto de pagar, né?



E por aqui? Quanto custa o caranguinho??

O Polo Hatch, versão 2014, está sendo vendido aqui para nós, nobres milionários, por aproximadamente R$ 48 mil em sua versão mais simples.

45% A MAIS QUE O EUROPEU!! E ISSO NÃO É TUDO!!!

Se você, tio patinhas da cara pintada em verde amarelo, quiser comprar um carro deste por um valor parecido, terá que se contentar com os modelos mais antigos.

Esse modelo de 48 mil é MUITO INFERIOR ao europeu.

A versão brasileira é uma geração inferior a geração da européia... nossa versão está com a tecnologia de 2001... ou seja... estamos pagando + caro por uma tecnologia com mais de 10 anos... parabéns magnata!!!

Para comprar um carro mais velho no Brasil, nós precisamos desembolsar R$15 mil a mais do que uma versão mais recente na Itália.

Apesar da tecnologia inferior, conseguimos um modelo similar (não =) ao europeu aqui, olhem só:

A versão I-Motion do Volkswagen Polo, que é APENAS semelhante ao modelo europeu que está no outdoor italiano.

Esse veículo está saindo R$52.330 para nós, que estamos deitados eternamente em berço esplêndido.

OU SEJA: Por quase VINTE MIL reais a mais você pode comprar um uma versão "véia" de um polo similar ao europeu! VIVA AO BRASIL!! VIVA A VW!! VIVA À TECNOLOGIA TUPINIQUIM!!

Isso porque estamos falando em um valor à vista, experimente parcelar aqui e na Europa para você ver a diferença!!

Mas para que parcelar?? Afinal... ESTAMOS RICOS!!!!!!!!!!!!!!!

Se você estiver viajando pela gringolândia e quiser também mandar suas dicas, envie um email para: estamosricos.blogspot@gmail.com ou preencha o formulário de contato na barra ao lado -> 


Queda de até 70% nas vendas escancara estouro da bolha – Observador do Mercado


“Alguns indicadores citam queda de até 70% [nas vendas]“, afirma Rogério Santos, diretor da RealtON, outlet on-line de imóveis
Se não poderiam ser classificadas como uma “tempestade perfeita”, as condições do mercado imobiliário em 2014 podem ter chegado perto. Até demais. Uma confluência rara de fatores tem levado a uma desaceleração do setor como um todo, com efeito ainda mais forte no segmento comercial. Superoferta de escritórios e espaços corporativos em grande parte das regiões, vacância alta, estagnação econômica, inflação em patamar alto, endividamento das famílias, menor crescimento da renda, cenário macroeconômico internacional desfavorável e eventos, como Copa do Mundo e eleições, tiraram o fôlego da demanda por propriedades neste ano.
“A gente está vendo uma conjuntura rara de um ciclo de baixa do mercado imobiliário [de lançamentos] que coincide com um ciclo de baixa da economia”, avalia Viktor Andrade, sócio líder em transações imobiliárias na América do Sul da EY (antiga Ernst & Young). Segundo o consultor, os três cenários mostram uma queda dos preços no segmento comercial entre o fim de 2014 e ao longo de 2015.
Queda de 70% nas vendas

De fato, palavras como promoção e desconto frequentam cada vez mais os espaços publicitários de vendas de incorporadoras e imobiliárias. “Se levar em consideração os meses de maio a julho, o mercado quase parou. Alguns indicadores citam queda de até 70% [nas vendas]“, afirma Rogério Santos, diretor da RealtON, outlet on-line de imóveis.
No segmento residencial, de acordo com dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), de janeiro a agosto foram vendidos 11,6 mil imóveis novos na capital paulista, ou seja, uma queda de 48,8% sobre os 22,6 mil comercializados um ano antes. Mas no intervalo, houve meses, como junho, no qual o recuo alcançou 72% em relação ao mesmo período de 2013.
O índice Fipe/Zap de preços por m2 de imóveis residenciais anunciados já registra o impacto da conjuntura negativa sobre os valores de comercialização.
“Bastante razoável”

O presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, vê o ano como desafiador para o mercado imobiliário em geral. “O primeiro semestre não foi bom para o segmento comercial. Vai haver uma recuperação no segundo semestre, mas não o suficiente para recuperar as perdas na metade inicial do ano”, afirma. O especialista considera, no entanto, o comportamento “bastante razoável levando em conta que a economia brasileira vai ter um desempenho muito fraco neste ano”.
Queda dos preços
De acordo com o presidente do Zap Imóveis, Eduardo Schaeffer, a vacância em imóveis comerciais tem aumentado e, com isso, há uma pressão por uma estabilidade ou até mesmo queda de preços. “A gente vem observando um aumento de vacância de maneira mais expressiva nos últimos oito meses. Em um primeiro momento, essa situação começa a mostrar pressão nos valores de aluguéis comerciais em regiões mais valorizadas. Depois, o aluguel mais baixo acaba por se refletir em um preço por m2 menor”, explica.
Dados da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) indicam tendência de crescimento na vacância no segmento de imóveis comerciais classe A no curto prazo. A taxa de unidades vazias subiu de 13,9% no primeiro trimestre para 14,5% no segundo. No entanto, para o vice-presidente da C&W, Marcelo da Costa Santos, trata-se de um ciclo natural do mercado. “Os preços têm de cair, a vacância aumenta e, depois [dessa queda], retomam-se os investimentos”, diz.
Segundo Andrade, da EY, houve uma aposta no início do ciclo de um cenário que não se concretizou. “A gente tem pesquisas que mostram que 60% dos motivos pelos quais existe o atual excesso de oferta se relacionam à pressão por resultados sofrida pelos executivos das incorporadoras e ao excesso de otimismo no mercado brasileiro [na época]“, diz.
A oferta de unidades acima da capacidade de absorção atual e o cenário macroeconômico adverso levaram as incorporadoras a pisar no freio em termos de novos projetos neste ano. De acordo com dados do Secovi-SP, de janeiro a agosto deste ano os lançamentos residenciais na cidade de São Paulo somaram 14,4 mil unidades, o que representa uma retração de 23% comparada às 18,7 mil lançadas no mesmo período de 2013.
(Valor Online – Finanças – São Paulo/SP – 08/10/2014)"
Fonte: http://observadordomercado.blogspot.com.br/2014/10/valor-queda-de-ate-70-nas-vendas.html

Você acredita em bolha? Construção tem pior freada em 14 anos - Infomoney



"O setor da construção civil deverá fechar 2014 com o pior resultado dos últimos 14 anos.

Diante do fraco desempenho da economia, término de empreendimentos da Copa do Mundo e dificuldade para aumentar os investimentos em infraestrutura, a previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor reverta o quadro de crescimento robusto dos últimos anos e caia 6,2%, segundo cálculos da consultoria GO Associados, apresentados no boletim da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop).

No ano passado, a construção civil teve participação de 5,4% no PIB total do País e empregou mais de 2 milhões de trabalhadores. O melhor resultado ocorreu em 2010, quando o PIB do setor avançou
11,6%, influenciado, em especial, pelo boom imobiliário. De lá para cá, o crescimento das atividades do setor foi um pouco mais modesto. Em 2013, avançou 1,6% e criou apenas 48 mil postos de trabalho (abaixo dos 95 mil de 2012), segundo o boletim da Apeop.
 
No segundo trimestre deste ano, o nível de atividade do setor despencou 8,6% comparado a igual período de 2013. O sócio da GO Associados, Gesner Oliveira, responsável pela elaboração do boletim da Apeop, explica que o desempenho é resultado da combinação de uma série de fatores. Entre eles, o atraso e adiamento de obras de infraestrutura, elevação do endividamento das famílias e arrefecimento do mercado imobiliário.

Segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi), de janeiro a julho deste ano as vendas de imóveis novos caíram 49% e o número de lançamento de novas unidades, 21,5%, comparado a igual período de 2013. "Tivemos um ano atípico, com carnaval tardio, Copa do Mundo e uma reviravolta nas eleições. Esse cenário de incerteza causou uma freada no setor", afirmou Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.

Ele projeta uma melhora no segundo semestre, mas não o suficiente para reverter o quadro negativo de 2014. A expectativa é que as vendas fechem o ano com recuo entre 20% e 25% e os lançamentos, entre 15% e 20%. Neste momento, avalia o executivo, é difícil traçar um panorama para 2015. "Vamos ver o resultado das eleições e o enfoque que será dado ao setor. Podemos ter uma onda de otimismo ou de pessimismo.

com 350 mil novas unidades a partir do ano que vem, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon), José Romeu Ferraz Neto.

Mas esse é apenas um dos negócios do setor. Se não houver reação em outras áreas, a recuperação da atividade fica mais difícil. Ele afirma que o nível de emprego está estável, com quedas pontuais em algumas regiões. "Mas estimamos que vai ocorrer uma queda no nível de emprego até o fim deste ano."
De acordo com o boletim da Apeop, apesar do ritmo mais lento na criação de empregos, a única categoria da construção que fechou vagas até agosto deste ano foi a de "outras obras de  nfraestrutura", que demitiu 3,2 mil pessoas. Nos demais setores, como construção pesada, obras de energia, telecomunicações, água, esgoto e transportes, o saldo do ano continua positivo, mas a abertura de novos postos de trabalho está mais lenta. "Houve uma deterioração do cenário macroeconômico, especialmente no curto prazo", diz o presidente da Apeop, Luciano Amadio.

Segundo ele, uma sondagem feita no setor mostra que os empresários de obras públicas estão pessimistas com o comportamento da economia brasileira neste ano. Para 80%, o sentimento em relação à economia piorou ou piorou muito para os próximos três meses. A expectativa melhora um pouco quando considerados os próximos 12 meses.

Na opinião do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, esse pessimismo reflete a reversão dos números do setor. "No começo do ano pensávamos que conseguiríamos crescer 2,5%. Mas aí a economia desaqueceu, as obras da Copa terminaram e o resultado foi piorando."

Fonte: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/3615634/voce-acredita-bolha-construcao-tem-pior-freada-anos

Por que a fascinação de comprar Victoria’s Secret nos EUA?



Como vai meu amigo endinheirado? Tudo certo com sua fortuna?

Hoje, eu decidi mudar um pouquinho o tema do nosso post, mas, ainda assim trazendo uma comparação de preço.

Vocês já perceberam que quase todas mulheres que viajam para o exterior aproveitam para comprar produtos de beleza? O famoso hidratante Victoria’s Secret!

Quando elas não vão, sempre dão um jeito de pedir para alguma amiga trazer.

Isso não é à toa. Vocês já pesquisaram a diferença de preços nestes produtos no Brasil e lá na terra do Obama?

É uma diferença realmente gritante.

Antes de reclamar que eu estou falando de coisas superficiais, o cuidado com o corpo é um tema muito importante nos tempos modernos. Sentir-se bem aumenta o rendimento no trabalho e a qualidade de vida.

Eu escolhi um hidratante da Victoria’s Secret por ser um dos produtos de beleza que as mulheres mais compram na internet.

Para começar, vamos falar do preço que é vendido aqui na terra do Tio Patinhas verde e amarelo.

Encontrei na internet a loção hidratante Passional Struck por um preço melhor que na loja física. Ele está sendo vendido por R$ 49.

Lembrando que esse é o valor de uma loja virtual, nas lojas físicas pode pagar muito mais!

Agora vamos falar de economizar (se bem que nem precisamos. ESTAMOS RICOS)?

O preço de comprar apenas um hidratante Victoria’s Secret no exterior não é muito diferente.

Ele sai por cerca de US$14, aproximadamente R$33.

Vendo a diferença em dinheiro, nem parece tão alta, mas o mesmo produto nos EUA custa 67% do valor cobrado aqui na terra de bananas.

Quando às mulheres vão ao exterior, elas economizam ainda mais nesse produto. No site da própria Victoria’s Secret está escrito que você pode comprar sete hidratantes deste modelo por US$35.

Convertendo pra nossa moeda, são sete hidratantes Victoria’s Secret por volta de R$84.

É mais barato comprar SETE no exterior do que comprar DOIS no Brasil! Isso porque o dólar subiu nas últimas semanas, a diferença era mais gritante há bem pouco tempo!!

Está explicada essa fascinação?

Ainda não estamos ricos, mas pagamos como se estivéssemos.


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fontes:

http://www.lookcosmetic.com.br/hidratante-corporal/victorias-secret-passion-struck-locao- hidratante-250ml-p803

https://www.victoriassecret.com/beauty/vs-fantasies-collection/passion-struck-fragrance-mist-vs- fantasies?ProductID=166486&CatalogueType=OLS