Tia Dilma me escravizou 10 anos!!

*** Durante o período eleitoral esse post foi tirado do ar, pois, o objetivo desse blog não é apoiar partido nenhum... agora que já sabemos quem é nossa PresidentE, o problema continua, então, o objetivo é apenas conscientização!!






Tia Dilma,

Tudo bem com você? Imagino que pelos últimos acontecimentos as coisas estejam um pouco mais difíceis. Mas fica firme, que tudo vai ficar bem.

Estou te escrevendo para  informar um fato que acredito que a Sra. muito provavelmente ainda não está sabendo. É que você acabou de me escravizar por 10 anos.

Pô tia, já não basta meu salário estar sendo corroído pela inflação, não basta o clima de insegurança e desconfiança econômica, não basta o excesso de intervencionismo, eu ainda viro escravo!!

Sei que seu partido luta pelas minorias, então, gostaria que começassem a lutar pela abolição de minha escravatura.

Ah, não tá entendendo?? explico:

Me deparei com uma  lista de  anos de trabalho necessários para comprar um apartamento de 90 m2, e percebi que em 2009 eu , trabalhador brasileiro, precisava trabalhar 5,9 anos para conseguir comprar o apezinho. A lista é feita por países e o Brasil estava em 17o, pertinho do Canadá, Suíça, Noruega, ou seja, junto com os países com economias legais. A gente estava bem na fita, o Tio Lula tinha nos deixado numa situação confortável.

Mas Tia...Descobri que hoje preciso trabalhar 16,59 anos para comprar o mesmo apartamento, ou seja, em 4 anos seu governo conseguiu me escravizar por 10 anos! E o pior, saímos do Grupo A para o Grupo F, junto com Etiópia, Irã e Líbano!

Ah? Não é sua culpa? Seu governo, com políticas inflacionárias, aumentou o crédito imobiliário de uma hora para outra sem dar tempo para o mercado se adequar (e continua aumentando), incentivou a compra de terrenos a preços milionários, criou o "Minha Casa Minha Vida" que fez que imóveis que custavam R$ 40 mil fossem para R$ 150/200 mil....

O que eu queria saber, quem vai receber estes meus 10 anos de trabalho?? Para onde está indo meu dinheiro?? Como diria o finado Cazuza... "qual é o teu negócio? o nome do sócio? Confia em mim".

Agora que você está sabendo, você tem como assinar uma nova lei áurea?

Fico no aguardo.

Atenciosamente

Trabalhador Brasileiro

Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte: http://www.numbeo.com/property-investment/rankings_by_country.jsp

10 mansões que custam menos que US$ 1 milhão

E aí, amiguinho milionário.

Tudo certo com suas doletas?

Hoje, eu vim mostrar como não é preciso ser um milionário para comprar uma mansão. Claro que não é aqui na terra da ostentação.

Eu decidi mostrar algumas mansões que custam menos de um milhão de dólares na terra do Tio Sam, para você que está procurando onde investir sua fortuna!


Vamos começar?

Então, essa mansão com 11 quartos construída em 1840 em uma propriedade de mais de 160 mil metros quadrados na cidade de Brandon, em Vermont, custa 999 mil dólares!





Se você quiser gastar um pouco menos da sua fortuna, essa fazenda texana reformada tem um estilo moderno com cozinha gourmet, suíte máster com uma paisagem incrível e apenas por 995,9 mil dólares.



Ainda não encontrou uma bacana? Que tal essa mansão com estilo vitoriano, vitrais, lareira de mármore e bem pertinho da Universidade de Mayland? Está custando apenas 950 mil doletas.


Quem não gosta de mansões, também pode comprar castelos. Essa casa com construída inspirada nos castelos foi usada como cenário do filme "Capitão América: Soldado Invernal" e está apenas 900 mil.


Com trabalhos em madeira entalhada, elegantes tetos de gesso, essa casa de oito mil metros quadrados com um estilo Colonial Revival com oito quartos e grandes salões custa 775 mil dólares.



Quer baixar ainda mais os preços?

Essa mansão mais simples com uma bela escadaria e 11 lareiras em Atlanta vale 375 mil dólares. Isso mesmo, eu não escrevi o preço errado!



Então, vamos subir um pouco mais o preço para voltar a se encantar. Com 419 mil doletas, você pode comprar essa mansão de 1885 que é um grande destaque arquitetônico e histórico no bairro de Milfrod, em Connecticut.



Uma mansão vitoriana na Pensilvânia. O cenário perfeito dos filmes clássicos, com oito quartos, 18 paredes de pedra e 11 salas com teto alto, pode ser comprado com 798 mil.


Essa aqui é outra mansão de filme. Aqui foi filmado O Feitiço do Tempo. Sua cozinha gourmet e gigantes suítes não encantam apenas no cinema. O melhor é que pode ser comprada por 935 mil dólares.


Para fechar a lista, uma incrível mansão reformada na Califórnia com um cais particular, uma linda vista da região e por apenas 989 mil dólares.



Essas casas são fantásticas né? Agora, imagina o que você compraria no Brasil por valores semelhantes.


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Perspectiva do mercado imobiliário



Aew meu povo,

Como sei que muitos de vocês estão interessados no mercado imobiliário, aí vão algumas notícias que talvez animem aqueles que estão guardando um dinheirinho para comprar quando os preços dos imóveis estiverem "pagáveis"...

Resumidamente: estoque alto, queda nas vendas, descontos, distratos (cancelamento de vendas), diminuição da produção, pressão dos sindicatos e índice de confiança caindo.

para aqueles que acreditam na lei da oferta e da procura... acho que os preços tendem a.... ?

Vamos lá as principais notícias?

REVISTA EXAME


A primeira vem da Revista Exame, o título é que  "Estoque alto e economia retraem mercado imobiliário", a pesquisa foi baseada  partir do relatório operacional divulgado por oito das maiores companhias do país listadas na bolsa (Cyrela, Gafisa, MRV, Direcional, EZtec, Even, Helbor e Rodobens), apontando como principais problemas no mercado imobiliário: queda das vendas, aumento de estoque, distratos (cancelamento de vendas), cancelamento de novos lançamentos imobiliários,

Olhem a informação ressaltada sobre distratos:
 "No terceiro trimestre, a Gafisa foi a única das oito empresas acima a informar os números de distratos. No seu caso, as rescisões atingiram 43,6% das vendas brutas entre julho e setembro.
No caso da Tenda, sua subsidiária, o patamar foi ainda mais alto: 80,2%. “A Tenda continua a finalizar e entregar seus projetos antigos, mantendo a política de cancelamento de vendas a clientes não elegíveis (ao financiamento bancário)”, justificou a companhia, em relatório."

olhem a reportagem completa: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/estoque-alto-e-economia-retraem-mercado-imobiliario


REVISTA VEJA

Segundo a revista Veja, a recessão, margem baixa (sério??) e custo fixo alto estão afetando o mercado imobiliário. Olhem só uma entrevista da reportagem?

"A desaceleração é bem maior do que os números estão mostrando,” diz um empresário que tem negócios nos dois setores. “O pessoal que está na ponta do comércio sabe que a coisa está péssima. É o dono da loja que fala, é o gerente que fala, é o corretor de imóvel que não tá recebendo comissão.”

A economia está parada. Não sai nada em Porto Alegre, não sai nada no Rio, nada na Bahia. Em muito pouco tempo, vamos ter muita empresa pedindo recuperação judicial se essa coisa não destravar.”

VALOR ECONÔMICO

Índice de Confiança da Construção Civil cai 14,8% em outubro -

"O Índice de Confiança da Construção (ICST), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), teve forte queda notrimestre terminado em outubro, influenciado por avaliações mais negativas quanto ao presente e por uma deterioração nas expectativas. O indicador teve queda de 14,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. No trimestre encerrado em setembro tinha registrado queda de 12,3% e, em agosto, de 9,9%. Tomando-se apenas o mês de outubro, o recuo foi ainda maior, de 19,9%.
“Os empresários da construção estão apontando a demanda insuficiente como o principal fator de limitação à melhoria da atividade setorial. A demanda está fraca tanto nos segmentos que dependem das decisõesprivadas quanto nos segmentos de infraestrutura. Assim, o ciclo de obras que se encerra não tem perspectiva imediata de retomada”, destacou, em nota, Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre."



DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Trabalhadores da construção civil protestam e mantêm greve em Pernambuco - 
....
"O Sindicato da Indústria da Construção Civil em Pernambuco (Sinduscon) justifica a proposta de apenas repor a inflação com a desaceleração da economia do país este ano, que diminuiu a venda de imóveis, e também com a redução dos repasses pelo governo federal para obras públicas no estado. Segundo o Sinduscon, o setor deve ter crescimento negativo este ano.
"Temos um histórico nos últimos nove anos de reajustes para a categoria acima da inflação, com uma média de 3,6% ao ano de ganho real. Este ano o setor está desaquecido e não temos como oferecer além da reposição salarial", diz o diretor de Relações Trabalhistas do Sinduscon, Érico Furtado, lembrando que a construção civil responde por 15% do PIB de Pernambuco"

Para reportagem completa: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/10/27/internas_economia,539023/trabalhadores-da-construcao-civil-protestam-e-mantem-greve-em-pernambuco.shtml

ADMINISTRADORES.COM

Construtoras liquidando imóveis: como isso afeta as principais cidades do país?

"Além de construir em ritmo mais acelerado que o mercado pudesse consumir, as construtoras pecaram, também, no erro de planejamento e de conhecimento do público. Veja o exemplo de Brasília. A capital federal convive, hoje, com falta de imóveis de dois, três e quatro dormitórios, mas ainda assim o mercado continuou apostando de maneira agressiva em imóveis compactos. Hoje, apartam

entos de um dormitório representam 45% dos imóveis sem compradores em Brasília.Problemas de estoque acontecem em outras grandes cidades. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, Salvador apresenta mais de 7,7 mil unidades novas em oferta, enquanto a capital baiana comercializa, em média, 4 mil imóveis residenciais por ano. Curitiba passa por situação semelhante, com também 7,7 mil unidades vazias. Diante desse cenário, as duas cidades diminuíram o ritmo de construção e passaram a se dedicar na liquidação do estoque nos últimos dois anos.

A situação não é tão crítica em outras capitais. Fortaleza é o destaque positivo, com um estoque de pouco mais de 4 mil unidades. Em média, apenas 19% dos imóveis de três dormitórios lançados ficam sem compradores na capital cearense.Já na capital mais rica do país, São Paulo, o estoque é de aproximadamente 19 mil unidades, situação considerada normal. Para o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), uma oferta entre 15 e 20 mil imóveis é o ponto de equilíbrio do mercado na cidade paulista. Tanto é que as construções não pararam em 2013, quando foram lançados mais de 33 mil unidades, um avanço de 16% ante 2012.

As construtoras sempre trabalharam para manter uma margem pequena de imóveis estocados. O problema começa quando o ritmo de construção supera a necessidade da demanda. Atualmente, um imóvel estocado significa muitas despesas para a construtora. Coloque na lista de despesas os gastos com manutenção, segurança e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)."

Aluguel por temporada: Orlando ou Praia Grande?



E aí milionário brazuquinha!

As férias estão chegando. Época de viajar com a família e conhecer mais do Brasil. Ou, quem sabe, ir à Disney.

Acredite, é capaz de você pagar menos em hospedagem indo a Orlando do que se viajar para Praia Grande em São Paulo.

Não estou exagerando! Fui pesquisar algumas acomodações nessas duas cidades para mostrar pra vocês.

Vamos começar por Orlando?



Quem não sabe, esta é uma das cidades mais visitadas do mundo. Ela fica no estado da Florida, nos EUA, e tem atrações turísticas muito famosas, como o Walt Disney World Resort, SeaWorld Orlando e Orlando Universal Resort. Além de ter se tornado um grande complexo turísticos com milhares de acomodações e um grande centro financeiro mundial.

Num site especializado em alugar casas para brasileiros em Orlando, eu escolhi o imóvel mais simples que encontrei pra fazer esta comparação! Apesar de endinheirados, também queremos economizar.

Essa linda casa conta com 3 dormitórios, sendo uma suíte, além de um banheiro e um lavabo. Ar-condicionado, wi-fi, roupa de cama, mesa e banho, TV a Cabo e piscina privativa também estão inclusos!

Bastante conforto para as férias por apenas US$130 na baixa temporada e US$170 na alta.

Parece mentira, mas não é! Essa casa sai entre R$327 e R$428. Isso, levando em conta a alta do dólar nos últimos dias, se não, seria ainda mais barato.

Quer dar uma olhada nas fotos?








Agora, voltamos pra nossa terra de gente milionária.

Praia Grande é uma das praias mais visitadas de São Paulo. Por ser a de mais fácil acesso, costuma receber todos os tipos de visitantes. Apesar de ser uma cidade tipicamente turística, não conta com estrutura para receber sua população que se multiplica por seis durante a temporada.

Filas de horas para comprar pão, trânsito e falta de água são comuns durante a alta temporada.

Não encontrei uma casa com esse mesmo padrão para alugar em Praia Grande, mas encontrei esse apartamento aqui que trago pra vocês!

Um quarto, ventiladores de teto, garagem e uma vaga para carro. Uma vista pro mar de todas as janelas e da sacada.

O apartamento é novo e de frente para praia, mas fica em um bairro um pouco afastado do centro da cidade, apesar de ter padaria, mercado e farmácia próximos.

Vamos dar uma voltinha pelo apê?








Agora, senta para ler o preço da diária deste apartamento...

Na baixa temporada, ele é alugado por R$200, mas se você quiser passar o ano novo na praia, não consegue por menos de R$355 a diária, além de só ter pacote com no mínimo 09 dias para este período.

Achou caro? Imagine uma casa como a de Orlando quanto iria custar!

Fontes:




Duelo de Vaqueiros




Grande Magnata Tupiniquim,

Hoje eu preparei um duelo de vaqueiros!!!

O famoso Cowboy americano contra o vaqueiro dos pampas brasileiro.

O Texas e o Rio Grande do sul tem muitas particularidades, e, há quem diga que o Rio Grande do Sul seria o Texas brasileiro (hummm?? Cadê  o petróleo).

Os 2 estados possuem vaqueiros, uma cultura forte e caracterizada pela lida rural, estão na fronteira sul dos países, tiveram alguns políticos, digamos... polêmicos e possuem ícones da música popular que morreram de overdose. (Elis Regina e Janis Joplin).

Mas, será que o custo de vida do gaúcho dos pampas está próximo ao do típico cowboy americano?

Como de costume, vamos começar pela gringolândia.

Como o 7 a 1 da economia nos pegou (7% de inflação e 1% ou menos de crescimento), resolvi descer o padrão e compararmos apartamentos mais baratos (ou como dizem as construtoras brasileiras, bem projetados kkkk).

Vamos lá, então.

Achei essa belezura em Dallas, Texas:


Vamos as fotinhos:

Frente do prédio


Condomínio com piscina


Vista da Sacada


Sala 2 ambientes




Cozinha americana completa (incluindo armáricos, coifa, máquina de lavar louça e geladeira)





 3 banheiros, sendo um com banheira



 Armários embutidos




Acredito que a maioria dos gaúchos se sentiria, no mínimo, confortável nesse imóvel.

Ah... faltou a passeadinha pela vizinhança:



Exibir mapa ampliado

Tá bom??

São 2 quartos, lareira, cada quarto possuí seu próprio banheiro, e 95 m2 de área útil.

Gostou??

Quanto?? US$ 42.500 (R$ 106.000 com o dólar a 2,5)...

E pelos pampas braZileiros?? Será que conseguimos algo igual??

Claro que sim!!

Achamos esse apartamento do "nobre bairro"São Sebastião, na ZONA norte de Porto Alegre...

Olhem as fotinhos:

Linda fachada


Área de lazer com paisagismo:


Lindo banheiro multiuso




Quanto???

Esse imóvel na capital gaúcha custa R$ 230 mil, mais que o dobro do imóvel americano!!!

E aí??? Quem você acha que ganhou esse duelo de Cowboys???


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fontes:

http://rs.bomnegocio.com/regioes-de-porto-alegre-torres-e-santa-cruz-do-sul/imoveis/otimo-apto-no-bairro-sao-sebastiao-49148702
http://www.zillow.com/homedetails/5750-Phoenix-Dr-APT-24C-Dallas-TX-75231/26901774_zpid/

Reflexos do estouro lento / rápido de uma bolha imobiliária




Pessoal,

Esse artigo vi lá no www.bolhaimobiliaria.com.

É muito interessante, quem gosta do assunto vale a pena ler!!

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A bolha imobiliária brasileira – Um argumento moral – EPL Minas

Em meados da década de 80, o sociólogo francês Guy Sorman rodou o mundo conversando com intelectuais de variadas nacionalidades sobre os paradigmas do pensamento liberal para o fim do século XX. Essa série de diálogos deu base para diversos ensaios que compõem seu livro A Solução Liberal.
Foi em um Pub em Warehan, pequena cidade da Inglaterra, que Sorman encontrou com Michael Oakshott, importante filósofo do movimento conservador britânico no século XX e pouco conhecido fora de seu país. Travaram um interessante debate sobre a postura conservadora moderna, os rumos da economia da Europa e a evolução das idéias intervencionistas no mundo. Oakshott fez uma reflexão sobre a influência da inflação na sociedade que marcou Sorman. Nas palavras do próprio:
“Aos olhos de Oakshott, foi a inflação que, arruinando os poupadores, conduziu o Estado a substituir os indivíduos. Sem inflação, cada um poderia capitalizar a própria aposentadoria e os próprios seguros sociais. Com a inflação, a garantia do Estado se torna indispensável. Para Oakshott, a inflação é, portanto, o fundamento do Estado-providência, do social-estatismo” [1]
O trunfo de Michael Oakshott foi conseguir enxergar o problema da inflação além do tecnicismo econômico e vislumbrar os desacertos sociais que uma política monetária irresponsável pode causar. Foi trazer um argumento moral, além das análises de externalidades negativas e da visão racionalista que cega alguns liberais e notar como a intervenção estatal pode mudar as atitudes, os valores e a cultura das pessoas.
É nesse ponto em que o liberalismo remonta as idéias que o forjaram e evoca a importância da prudência, da ação histórica, da tradição, da confiança no indivíduo, de elementos que formam um solo fértil onde o capitalismo laisse-faire floresce[2].
Exemplos de como uma medida de governo podem influenciar a mentalidade de uma nação não faltam no Brasil. A imponente força tributária e regulatória, que empurra empreendedores para a ilegalidade, é um exemplo marcante. Os empresários, e a sociedade no geral, passam a entender que a única forma de gerar e acumular riqueza é através do rompimento de normas, leis e contratos.
No entanto, pretendo analisar outro fenômeno: A suposta bolha imobiliária brasileira.
A população brasileira assistiu nos últimos anos um aumento expressivo no preço dos imóveis residenciais e comerciais. A evolução de preços foi bastante superior ao aumento de renda da população. É consenso entre os economistas sérios que o motivo principal da elevação insustentável dos preços dos imóveis foi o franco aumento do crédito de bancos públicos e privados, via expansão monetária e queda de juros na base da canetada, que se iniciou em 2003 e se intensificou em idos de 2006. Os gráficos abaixo ilustram o cenário:
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Fonte: Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP)
É fácil notar a influência da expansão de crédito na evolução dos preços dos imóveis. Isso aconteceu pois o dinheiro ficou barato. Bastou unir consumidores e empresas fartas de crédito com a vontade natural de aferir lucros exorbitantes em épocas de bonança, para que os preços fossem se elevando de acordo com a quantidade de dinheiro na mão dos clientes ávidos em adquirir imóveis para morar ou investir. Simples lei de oferta e demanda: muitas pessoas querendo comprar, imóveis em quantidade limitadas, preço aumentando progressivamente buscando um equilíbrio que nunca chegava, já que a máquina de imprimir dinheiro não cessava e os bancos relaxavam o controle dos financiamentos.

Para mais detalhes recomendo esse artigo de Leandro Roque para o Instituto Mises, que disseca com precisão o início da bolha imobiliária no Brasil.
O fato está dado: Os preços dos imóveis estão altos. Agora os economistas, especialistas no setor e palpiteiros estão divididos em dois times: os que acreditam que essa bolha estoura de forma rápida nos próximos anos; e os que crêem que a queda de preços vem de forma lenta e gradual, com o valor dos imóveis sendo corroídos pela inflação ao decorrer dos anos.
Usando da visão de Oakshott, mas sem sua elegância britânica, provoco: as formas com que os preços dos imóveis vão voltar para patamares civilizados são o que menos importa. Todas vão influenciar severamente na sociedade brasileira.
Analisemos cada caso:

Se a bolha estourar rapidamente:

Se o preço dos imóveis cair de forma abrupta, como na bolha imobiliária espanhola, diversos empreendimentos serão liquidados e/ou fechados, os bancos serão profundamente afetados, quem comprou imóveis nos últimos anos vai ver seu patrimônio derretendo e uma dívida grande para ainda ser paga num longo prazo. Rompimentos de contratos por todos os lados e fila de desemprego aumentando. Em outras palavras: Riqueza e poupança sendo destruídas, mais descrença sobre o funcionamento do capitalismo, mais cidadãos vulneráveis e pobres, famílias desestruturadas, empresas influentes sendo resgatadas com recursos públicos. O remédio: mais intervenções, mais Estado, menos liberdade.

Se a bolha estourar lentamente:

Se o preço dos imóveis caírem de forma lenta pela influência da inflação (ou pior, se o volume crédito for o suficiente pra aumentar o preço de forma que ele acompanhe a inflação) as famílias vão ter cada vez mais dificuldades de comprar seus imóveis. Vão se endividar por longos prazos para adquirir imóveis de baixa qualidade, comprometendo suas rendas e impossibilitando a formação de poupanças. Se assim ocorrer, o elevado preço dos imóveis vai condenar uma geração de jovens a morar com seus pais até alta idade, quando conseguirão sair de casa e formarem suas famílias, que também poderão morar em cubículos de baixa qualidade, se tiverem sorte. Em termos gerais: cidadãos vulneráveis e pobres, com famílias pouco numerosas e frágeis, endividadas e com pouca poupança, sem capacidade de financiar investimentos que possam garantir uma saudável aposentadoria. Indivíduos completamente dependentes de um Estado-babá para viver. A solução para resolver tais problemas, na ótica dos governantes, só pode ser mais intervenções, mais Estado, menos liberdade.
Ainda assim, vale lembrar que as crises financeiras depois do século XIX foram marcadas por um nefasto roteiro: A crise acontece e começa com uma severa atuação do Estado na possível correção dos erros do livre mercado, que gera em novas distorções na economia, que gera a próxima crise e assim se dá a economia moderna [3].
Nessas circunstâncias, como não lembrar do sábio Gyula Krúdy, escritor húngaro:
“A gente só precisa dar o primeiro passo no caminho da decadência, o segundo parece natural”.
O Estado, sempre bem intencionado ao fomentar o crescimento e a distribuição de renda, cria um ambiente que desestimula a prudência nos investimentos e a acumulação de riqueza e ainda sim deturpa a noção de responsabilidade individual. Interferindo na dinâmica social compromete o bem-estar e a autonomia das famílias (vale lembrar da recente proibição de comerciais para o público infantil e a polêmica lei da palmada), gera desigualdade ao alocar recursos de forma equivocada e condena gerações futuras a pagar pelos erros de gerações anteriores. Suas ações criam como efeito uma atmosfera que impede a saudável continuidade cultural, a formação de uma tradição sólida através da escolha livre de indivíduos e pavimenta o caminho da servidão.

Notas:
[1] A Solução Liberal- Guy Sorman, Pag.96 – Editora José Olympio – RJ/1987
[2] A literatura sobre a relação entre cultura e desenvolvimento é farta. Ver, por exemplo, A cultura importa – Os valores de definem o progresso humano – Organização: Lawrence E. Harrison e Samuel P. Huntington – Editora Record 2002.
[3] Ver O Fim do FED – Ron Paul – Editora É Realizações – SP/2009

Vamos comparar um carro chinês? Lifan 530!




Oi, amiguinho endinheirado!

Você já viu o número de carros chineses que invadiram as ruas da terra do pau-brasil nos últimos anos??? Isso aconteceu por serem carros muito mais acessíveis ao bolso dos milionários brazuquinhas.

Apesar de chegarem aqui por um preço bem melhor que o de seus concorrentes, advinha o que acontece?

ISSO MESMO. Pagamos muito mais caro que os gringos lá de fora.

Eu trouxe mais uma comparação e escolhi o Lifan 530 para mostrar essa grande diferença. Um carro bem famoso e que está fazendo sucesso entre os sedans.

Aqui no Brasil, o Lifan 530 não é bem um chinês. Ele é produzido em Montevidéu, mas pertence à montadora chinesa.

Um sedan médio com motor com comando variável de válvulas, central multimídia com GPS, freio a disco nas quatro rodas, direção elétrica e luzes diurnas de LEDs. Parece até equipamento de carro de luxo, né?


Mas não é! Na verdade, é um carro que custa R$42.490.

Mas, calma lá grande milionário brazuquinha.

Não vá correndo comprar. Antes, presta atenção em nossa comparação de preços!

Esse modelo que está sendo vendido aqui na terra brasilis por R$42.490 é a versão mais luxuosa do Lifan 530 e conta com todos os equipamentos que eu citei ali em cima.

Mas, lá na terra da montadora, ele é muito mais barato.

Na China, o Lifan 530 está custando 69.800 Yuans. Convertendo pro real brasileiro, é por volta de R$28 mil neste carro cheio de acessórios.

Na versão mais simples do Lifan 530, ele só perde a plataforma multimídia e os faróis diurnos de LED. Aqui na terra de gente rica e milionária, ele custa R$38,990.

Já lá na terra dos olhinhos fechados, o valor deste carro está 51.800 Yuans.

Convertendo pra moeda do Zé Carioca, que paga muito mais caro que o Tio Patinhas, é cerca de R$21 mil reais neste sedan zero. quase metade do preço do nosso...

Viu como até quando pagamos baratos estamos pagando caro? Típica atitude de gente rica!

Fonte:

Preços de imóveis na Zona Sul começam a cair – Veja Rio

Fonte: http://vejario.abril.com.br/materia/cidade/mercado-imobiliario-imoveis-precos-venda-aluguel


"Por cinco anos, o empresário Marcelo Ricardo Roza, de 36 anos, acalentou o sonho da casa própria. Pagou religiosamente, mês a mês, as prestações de um consórcio imobiliário com o objetivo de reunir recursos para comprar um bom apartamento de dois quartos em Ipanema, no Jardim Botânico ou em uma rua tranquila de Copacabana. Quando conseguiu juntar as economias para dar um lance robusto e resgatar um crédito no valor de cerca de 1,2 milhão de reais, ele tomou, entretanto, uma decisão paradoxal: resolveu deixar o dinheiro aplicado no banco e adiar os planos. “Os valores estão fora de controle. Resolvi esperar o setor se acalmar e ver o que vai acontecer antes de fechar qualquer negócio”, conta. O caso de Marcelo é um retrato fiel das incertezas que rondam o mercado imobiliário carioca, um segmento que nos últimos quatro anos experimentou uma explosão nas vendas, com preços estratosféricos e escassez de opções. Hoje, o que não faltam são indicadores de que a euforia do passado deu lugar à desconfiança sobre o que é especulação e o que é real ao se estipular valor às propriedades. Na dúvida, os potenciais compradores estão preferindo esperar. “O consumidor está mais cauteloso, enquanto o mercado ainda busca um ponto de equilíbrio. Em vários bairros do Rio já ocorrem ajustes e em outros há até queda de preços”, observa o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice Fipe Zap, que calcula o valor médio do metro quadrado em vinte cidades brasileiras com base em pesquisas em anúncios imobiliários.

O empresário Roza, ao decidir continuar morando em um imóvel da família até que a situação se estabilize, não está sozinho em seu raciocínio. A escalada vertiginosa de preços que havia dominado os bairros nobres da cidade perdeu muito do ímpeto de três, quatro anos atrás. Exemplos como os de apartamentos que tinham seu valor multiplicado por até quatro vezes, como ocorreu em propriedades da região de Ipanema, não condizem mais com a realidade do mercado. Também são parte do passado as transações em que as cifras envolvidas eram fixadas com base unicamente na vontade dos proprietários e locatários. Um levantamento feito pelo Sindicato da Habitação (Secovi Rio) em nove bairros da Zona Sul demonstra com números que a farra dos preços arbitrários e valorizações excessivas chegou ao fim. Enquanto de agosto de 2010 a agosto de 2011 o valor do metro quadrado de um três-quartos no Leblon aumentou 34%, o do mesmo padrão de apartamento subiu em torno de 7% entre agosto de 2013 e agosto de 2014. Na locação de imóveis, a freada nos reajustes foi ainda mais acentuada. Nesse bairro, os apartamentos de três quartos, que tiveram o aluguel aumentado em 12,4% entre 2010 e 2011, apresentaram redução de 2% no valor da locação em 2013 e 2014 (veja a tabela na pág. 30). “O mercado está travado. A tendência é que ele siga uma valorização pautada pelo índice de inflação, ou seja, volte à normalidade”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio. Professor de finanças da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Samy Dana é mais radical: “Os imóveis no Rio alcançaram valores insustentáveis. Até 2016 a queda pode chegar a 30%”.


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A profusão de placas de “vende-se” e “aluga-se” na fachada de prédios em endereços nobres é o sintoma mais visível das mudanças no mercado. Até bem pouco tempo atrás, eram comuns as filas de espera de compradores e inquilinos nesses locais. Hoje, já há mais imóveis do que interessados, fato atestado por dados do site de locação e venda Zap Imóveis. Levantamento realizado por VEJA RIO nos últimos quatro meses mostra que a oferta de venda cresceu em nove de onze bairros da Zona Sul. Só na Gávea e na Urca, bairros marcados pela pouca disponibilidade de imóveis nessa situação, o acréscimo foi de 35% e 23%, respectivamente. O setor de locação passa por um momento semelhante. Em toda a capital, no mesmo período, o número de endereços à espera de inquilinos subiu 18%. O Índice Fipe Zap confirma o marasmo que atinge o setor: depois de meses de estabilização, o aluguel de apartamentos em todo o Rio caiu 0,5% em setembro. A migração de locatários da Zona Sul para as zonas Norte e Oeste e a redução da procura de apartamentos para executivos estrangeiros, sobretudo da área petrolífera, contribuí­ram para a mudança. Vários imóveis que estavam à venda e não encontraram compradores também foram desovados nesse mercado. “O Rio tinha em média 2 000 unidades para alugar. O número dobrou”, afirma Edison Parente Neto, vice-presidente da Imobiliária Renascença, líder em locação na cidade.

A palavra de ordem agora é negociar, tanto na compra e venda quanto no aluguel. O mercado vem registrando descontos entre 10% e 20% com relação aos valores anunciados. É uma nova realidade que a representante comercial Maria do Carmo Feitosa, de 70 anos, sente na pele. Há oito meses, ela tenta alugar um apartamento de dois quartos mobiliados, em Ipanema. Anunciou por 5 000 reais, mas diante da falta de propostas está disposta a baixar para 4 500 reais ou, quem sabe, até menos. “Antes o apartamento não ficava uma semana vazio. Quando estava para ser liberado, já havia interessados”, lembra. Na outra ponta dessa queda de braço, há quem se beneficie da grande oferta. Depois de uma temporada morando fora do país, o estudante de arquitetura Rodolfo Florentino, de 23 anos, decidiu que era hora de deixar a casa dos pais. Com mais dois amigos, passou a procurar um imóvel com três dormitórios em Copacabana. O preço dos aluguéis variava de 5 000 a 6 000 reais. Acabou encontrando um proprietário que pedia 4 500 reais e ainda conseguiu um desconto de 350 reais. “Hoje está mais fácil negociar. O proprietário que não ceder correrá o risco de ficar com o imóvel encalhado”, comenta.
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Uma conjunção de fatores impulsionou a pujança sem precedentes vivida pelo mercado imobiliário brasileiro, em especial o do Rio. A estabilidade da moeda e a melhora na renda da população levaram muita gente a ter pela primeira vez chances reais de comprar a casa própria. Somados à demanda reprimida, os prazos de financiamento mais elásticos e os juros mais baixos fizeram explodir as vendas. A reboque, ocorreu uma valorização exorbitante das propriedades. Como se não bastassem esses ingredientes, a efervescência imobiliária no Rio foi potencializada pela realização da Copa neste ano e da Olimpíada em 2016 — o que desencadeou uma série de investimentos em segurança, infraestrutura e mobilidade urbana. “Foi um período muito atípico. Dificilmente veremos de novo uma combinação tão favorável”, avalia Lucy Dobbin, diretora operacional da Júlio Bogoricin. O que se percebe agora é que, além da acomodação real dos preços, a renda dos brasileiros já não avança no mesmo ritmo de antes e os juros do setor, que chegaram a 7% ao ano, já estão na faixa dos 10%. A perspectiva pouco animadora da economia do país acrescenta um componente extra às incertezas.
Embora o frenesi imobiliário vivido nos últimos anos não espelhe mais a realidade, o Rio ainda ostenta os preços mais altos do país. Só para se ter uma ideia, o valor do metro quadrado de um imóvel de três quartos em Ipanema se mantém na faixa dos 20 000 reais. O de um quatro-quartos no Leblon gira em torno de 25 000 reais. Muitos investidores de ocasião, é inegável, tiraram proveito desse superaquecimento do mercado. Mas o oba-oba acabou, garantem os analistas. O mercado não comporta mais gente especulando e lucrando com isso. Para quem sonha ter um ganho-relâmpago de capital, o melhor é escolher outro investimento. “O cenário mudou. Antes você punha um anúncio e recebia nove, dez ligações. Hoje não passam de duas”, diz Roland Jardim, da RJardim Imóveis. O prazo médio de venda aumentou significativamente. Enquanto algumas unidades eram negociadas quase de imediato, a demora atual é de mais de um ano. O analista de tecnologia da informação (TI) Cláudio Menezes da Silva, de 51 anos, sabe muito bem o que é isso. Desde novembro passado, tenta vender um três-quartos no Leme. Começou pedindo 1,45 milhão de reais e já reduziu 100 000 reais no valor. Sua intenção é adquirir dois imóveis menores, um para investir e o outro para a mãe, em Botafogo. “O meu alento é que, se o preço do meu apartamento está caindo, o valor dos que pretendo comprar deve seguir o mesmo caminho”, pondera. Uma realidade impensável pouco tempo atrás"

Já pensou em falar mal do antigo condomínio??

Renato... leitor assíduo do blog pediu pra eu abrir esse espaço para ele, como achei a ideia legal... lá vai:


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Brasileiro rico se diverte muito. São tantas distrações… você acabou de alugar ou comprar um imóvel e já se encanta com o salto da vizinha hiperativa do apartamento de cima, logo depois vem o som grave do home theater do vizinho do lado e em seu momento de descanso, descobre que a vizinha de baixo vai para a praia e deixa seu lindo cachorrinho latindo o fim de semana inteiro.


Nada disso poderia te deixar mais feliz que o seu quarto, que está sempre fresquinho no verão, certo? A cozinha é grande, o banheiro é bonito, o isolamento acústico é um sonho de consumo e, pelo valor que você paga de condomínio, a área de lazer tem quadra poliesportiva, brinquedos para a criançada e uma piscina quentinha e funcionando, certo?


Não? Então pode ter chegado a hora de mudar. Mas como saber se você não vai ter os mesmos problemas e desvantagens no próximo imóvel que você vai alugar ou comprar?


Recentemente lançado, o site jamorei.com chegou para valorizar o seu dinheiro - de verdade! Usando os serviços de cadastro e pesquisa de imóveis do Já Morei será possível fazer negociações mais seguras, justas e transparentes, pois você pode contar com avaliacões de imóveis feitas por ex-moradores.


Acesse o site, avalie todos os imóveis em que você já morou e ajude outras pessoas a encontrarem o lar ideal. Hoje você ajuda outras pessoas, amanhã as avaliações de outras pessoas podem te ajudar também.


Agora você já sabe, antes de alugar sua próxima mansão, pesquise no site se algum outro milionário já viveu lá e quais suas opiniões a respeito do bairro, do condomínio e do imóvel. Quem sabe nessa você fecha um super negócio e ainda sobra um troco para comprar um jatinho?


Já Morei.com - Avaliações de quem já morou, segurança e economia para quem quer morar.

O abusivo preço das taxas de conveniência no Brasil



E aí, amiguinho brazuquinha?

Tudo certo? Voltei hoje pra falar sobre um tema que foi discutido aqui há pouco tempo.

LAZER E CULTURA!

Há alguns dias, comparei os valores dos ingressos da Tomorrowland Brasil com as outras edições. Hoje, falarei de outro tema bem parecido:

As taxas de conveniência na compra de ingressos.

Sempre que um artista internacional vem para o Brasil é a mesma coisa. Primeiro uma grande comoção, depois decepção com os altos valores e, por fim, uma corrida para conseguir comprar.

Mas, a taxa de conveniência é sempre esquecida e só pensada na última hora, a de pagar. Podemos pagar mais caro, afinal somos todos brazuquinhas milionários, né?

Vamos a um exemplo?

A banda Foo Fighters virá para o Brasil em breve e os ingressos foram vendidos pela Ticket For Fun na internet. Vamos colocar aqui que compraríamos o ingresso de R$ 600. Escolhi o mais caro de todos porque estamos ricos e não fará falta em nosso orçamento, certo?

Para evitar filas, transtornos etc. você decide comprar o ingresso pela internet. Afinal, é muito mais fácil e exige uma menor estrutura da operadora. Poderia ser até mais barato. #SQN

Você ainda precisa pagar uma pequena taxa de conveniência de 20%. Ou seja, R$120 para poder comprar seu ingresso de casa.

E não é só isso. Você ainda tem que pagar R$8 de taxa de impressão.

PAGAR PARA IMPRIMIR NA SUA CASA, COM SUA IMPRESSORA, GASTANDO A SUA TINTA!

E se você acha que é besteira escrever sobre esse tipo de problema. Vamos falar de uma forma de lazer muito mais simples: CINEMA.

Vamos supor que você tem um mini milionário, filho, e deseja ir com ele e sua mulher endinheirada ao cinema. Para evitar filas, você compra o ingresso antecipadamente pela internet.

São R$19,50 o ingresso inteiro e R$9,75 para a criança. Serão R$48,75 para um passeio em família. Nada mal.

Mas, aí, entram as taxas de conveniência. Cada ingresso, independentemente do valor, tem uma taxa de serviço de R$3,61. Isso equivale a 18,5% do ingresso inteiro e 37% da meia-entrada.

Além dos R$48,75 dos ingresso, você ainda precisa pagar R$10,83 de serviço. O equivalente a 22% do preço total dos ingressos.

Com esses preços e taxas fica bem difícil ter acesso à lazer e cultura!

Só isso já era suficiente para nossa indignação... MAS...

resolvi ir para a gringolândia, e ... percebi que a Ticketmaster, uma das maiores empresas de venda de tickets online... com filiais em diversos paíes... cobra na maioria dos casos NADA pela taxa de venda de ingresso. Isso mesmo!! Na maioria das modalidades ela libera um e-ticket sem taxa nenhuma!!!!!!!!!



Gringos sem classe! Não pagam nada pelas taxas de serviço, não sabem o que é chiqueza!!!


Se tiver sugestões para comparações manda para: estamosricos.blogspot@gmail.com

Fonte: